Gartner revela que despesas em segurança devem chegar a US$ 96 bilhões em 2018

Por Redação | 15 de Dezembro de 2017 às 16h28
AlphaGama

Despesas mundiais em segurança da informação podem chegar a US$ 96,3 bilhões em 2018, segundo estudo do Gartner.

De acordo com a pesquisa, o crescimento deve ser de 8% em relação a 2017 e o motivo do aumento se refere ao maior gasto em questões de segurança, como regulamentos, mudança de mentalidade do comprador, mais preocupações com ameaças e novas estratégias de planejamento de negócios. 

Para o diretor de pesquisas do Gartner, Ruggero Contu, o alto investimento em segurança é impulsionado pelas falhas recorrentes, uma vez que cibercriminosos vêm afetando organizações do mundo todo. "Os ataques cibernéticos como WannaCry e NotPetya, e mais recentemente a Equifax Breach, têm um efeito direto em gastos em segurança porque esses tipos de ataques chegam a durar muitas vezes até três anos", comenta Contu.

Entre 53% das organizações que acreditam que o risco de segurança seja o fator principal das despesas gerais do setor, grande parte afirma que o risco que mais influencia em suas despesas é a violação da segurança.

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Futuramente, testes de segurança, terceirização de TI e informações de segurança, e o gerenciamento de eventos devem ser os subsegmentos com maior crescimento do setor, influenciando também no aumento da proteção de infraestrutura e serviços de segurança.

O Gartner acredita que mais de 60% das organizações devem investir em múltiplas ferramentas de segurança de dados até 2020. "Os conjuntos de habilidades são escassos e, portanto, permanecem em organizações líderes para buscar ajuda externa de consultores de segurança, provedores de serviços de segurança gerenciados e terceirizados", diz o analista.

A previsão de gastos em serviços terceirizados, portanto, deve totalizar US$ 18,5 bilhões em 2018, sendo um aumento de 11% em relação ao mesmo período do mês anterior. O segmento de segurança fica atrás apenas da consultoria quando o assunto são despesas. Para 2019, 75% do total de investimentos em serviços de terceirização de segurança será em produtos de software e hardware. 

Fonte: Gartner

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