Criminosos se passam por membros do Ministério Público para aplicar golpes

Por Felipe Gugelmin | Editado por Claudio Yuge | 13 de Maio de 2021 às 21h20

Um procedimento instaurado por meio da Comissão de Preservação da Autonomia do Ministério Público (CPAMP) está investigando uma série de golpes que usam imagens e a identidade do Ministério Público (MP) para roubar dados pessoais. As mensagens, enviadas através de WhatsApp e e-mail, intimam a vítima a comparecer a uma audiência e acompanham um link que, quando ativado, instala um software malicioso responsável pelo roubo de dados.

Criminosos de Minas Gerais também estão usando o comunicador pertencente ao Facebook para enviar mensagens em que se identificam como promotores de Justiça. Através delas, eles solicitam depósitos bancários e apoio de motorista para o deslocamento à localidade da vítima — as ocorrências do tipo já estão sob investigação.

Imagem: Divulgação/MPDFT

O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) emitiu um alerta em seu site em que afirma que as práticas descritas constituem estelionato e falsidade ideológica. A entidade reforça que não faz intimações por mensagens de e-mail e recomenda a conferência de dados pessoais e do número de telefone de qualquer pessoa que se identifique como um representante do MP.

O MPDFT disponibiliza o e-mail [email protected] para o registro de qualquer tentativa de golpe, também oferecendo um formulário eletrônico para contato direto com sua ouvidoria — clique aqui para acessar. Para completar, também há como entrar em contato através de uma ligação gratuita para o número 0800 644 9500.

Fonte: MPDFT

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