Conversar sem usar máscara é mais arriscado do que se imaginava, aponta estudo

Por Nathan Vieira | Editado por Luciana Zaramela | 11 de Junho de 2021 às 16h20
sergign/Envato

Que a máscara é uma das principais formas de prevenir a COVID-19, já é de conhecimento geral. Mas você sabe como acontece exatamente a transmissão por meio das gotículas respiratórias? Pois é justamente isso que descreve um novo estudo, publicado na revista científica Journal of Internal Medicine. O relatório ainda indica que conversas sem o uso de máscaras em locais fechados representam um risco ainda maior do que se imaginava.

O estudo aponta, basicamente, que as gotículas respiratórias possuem tamanhos diferentes e podem transmitir quantidades distintas de carga viral. A gotícula de tamanho intermediário é apontada pelo grupo de pesquisadores como a mais preocupante, porque pode permanecer circulando no ar por muito tempo e é transportada por distâncias consideráveis através das correntes de ar.

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Conversar sem usar máscara é mais arriscado do que se imaginava, aponta estudo (Imagem: prostooleh/Freepik)

O grupo disserta que além das gotas de saliva que vemos escapar quando as pessoas falam, existem outras milhares, pequenas demais para serem vistas a olho nu, e quando a água evapora dessas gotas geradas pela fala, potencialmente ricas em vírus, elas flutuam no ar por minutos, colocando outras pessoas em risco.

Estudos anteriores já deixaram claro por quanto tempo gotículas de saliva infectada podem ficar no ar, com direito a simulações.

Fonte: EurekAlert!

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