Testes feitos com robô mostram que bebês inalam 4 vezes mais poeira e bactérias

Por Redação | 23 de Janeiro de 2018 às 08h34

Bebês engatinhando costumam derreter corações mais sensíveis, sem falar que os pais ficam orgulhosos com essa nova possibilidade descoberta pelos seus filhos. Mas essa é uma atividade que também assusta.

Um estudo publicado na revista Environmental Science Technology revelou que bebês que engatinham inalam partículas, bactérias e fungos em uma quantidade quatro vezes maior do que um adulto fazendo o mesmo tipo de movimento.

Para chegar a essa conclusão, os cientistas construíram um robô que simula um bebê — uma versão bem simplificada, como pode ser vista no vídeo abaixo — e o colocaram para engatinhar em diferentes tipos de tapetes.

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Os dados coletados da boca do robô mostraram que uma criança inala um volume maior de partículas biológicas, que terminam nas vias aéreas inferiores do sistema respiratório.

Proteção no futuro

Mas isso pode ser uma coisa boa, diz um dos cientistas que conduziram o estudo. Segundo Brandon Boor, a pesquisa focou no tipo de material biológico inalado no primeiro ano de vida da criança e os resultados mostraram que a quantidade que acaba nas vias respiratórias do bebê tem papel importante na proteção de doenças.

"Existem estudos que mostraram que a exposição a uma alta diversidade e a uma grande concentração de materiais biológicos pode reduzir o surgimento de asma e alergias mais tarde", diz o pesquisador.

Fonte: CNET

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