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Usuários do LinkedIn agora poderão responder a posts com reações

Por Thaís Augusto | 11 de Abril de 2019 às 17h40
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O LinkedIn anunciou nesta quinta-feira (11) um novo recurso que promete agradar muitos usuários. Seguindo Facebook e Skype, a plataforma decidiu lançar quatro novas reações para que usuários possam responder publicações.

Dispensando o polêmico "Grrr" do Facebook, a empresa manteve o "Curtir" e adicionou um "Amei", "Parabéns", "Curioso" e "Perspicaz". Com as reações, usuários podem expressar suas opiniões na rede social sem a necessidade de escrever um comentário.

“Você pode usar o 'Parabéns' para elogiar uma conquista ou 'Amei' para expressar apoio profundo. O 'Perspicaz' pode ajudá-lo a reconhecer um grande argumento ou uma ideia interessante, enquanto o 'Curioso' permite que você mostre seu desejo de aprender mais ou reagir a um tópico instigante. Como um pôster, essas novas reações podem ajudá-lo a entender melhor o impacto de suas postagens", explicou o LinkedIn em seu blog.

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As reações são um recurso popular em aplicativos de comunicação, como o Slack. Neste caso, a plataforma permite que usuários escolham qualquer emoji.

"As reações do LinkedIn lhe darão mais formas de se comunicar de forma rápida e construtiva. Fizemos uma abordagem cuidadosa para projetar essas reações, centradas na compreensão de quais seriam mais valiosas para os tipos de conversas que os membros têm na plataforma", acrescentou a empresa.

De acordo com o LinkedIn, foram analisados os principais comentários de até duas palavras dos usuários. Uma pesquisa também foi conduzida para obter um feedback sobre as reações que estavam sendo estudadas.

A novidade está sendo disponibilizada a partir desta quinta, mas alguns usuários deverão esperar mais que outros. A rede social diz que a novidade estará disponível para todos os membros "nos próximos meses".

Então, não se preocupe se você não recebeu a atualização imediatamente. O recurso será disponibilizado tanto em aplicativos quanto na web.

O LinkedIn está disponível para download no Android e no iOS.

Fonte: OnMSFT e LinkedIn

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