Ah, pronto: a nova sensação do Pix é ser “pixsexual”

Por Nathan Vieira | 19 de Janeiro de 2021 às 18h30
Divulgação/Banco Central do Brasil

Em uma coisa, temos que concordar: o Pix surgiu para agilizar a vida de muita gente. No entanto, como sempre, as pessoas na internet não têm limites, e uma nova febre um tanto excêntrica passou a tomar conta das redes sociais: ser "pixsexual".

Para quem não conhece, o Pix é um novo meio de pagamentos instantâneos em transações digitais no Brasil. Criado pelo Banco Central, anunciado em fevereiro de 2020 com a premissa de simplificar transferências e torná-las disponíveis durante todas as horas do dia, em todos os dias da semana, através de bancos e outras instituições de pagamentos. Basicamente, a ferramenta permite receber e fazer transações sem burocracia, exigindo o cadastramento de uma chave pessoal, que pode ser o telefone, o CPF ou um número aleatório.

Até aí, tudo bem. Mas onde entra o termo "pixsexual" nessa história? Simples. Trata-se de um indivíduo que sente atração por quem faz transferência por pix para sua conta aleatoriamente. O termo fervilhou nas redes sociais, especialmente no Twitter, onde o pessoal fez diversas brincadeiras.

Mas se você acha que a situação para por aí, está muito enganado. Como dissemos, não há limites na internet, e não demorou para que as pessoas transformassem o Pix em um meio de paquerar. Sim, você entendeu bem. O que acontece é que muitos aderiram e passaram a compartilhar a chave do Pix em busca de alguns trocados.

A realização de transferências instantâneas para chamar a atenção do contatinho ficou tão famosa que ganhou até nome: PixTinder:

No entanto, essa prática também chamou atenção pelos perigos em potencial, levando em consideração, por exemplo, que a chave do Pix em muitos casos é o próprio CPF da pessoa. Vale tomar cuidado: compartilhar dados pessoais não é recomendado.

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