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Como o heroísmo da Mulher-Maravilha a difere de Batman e Superman?

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DC Comics
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Batman, Superman e Mulher-Maravilha foram a “Trindade” da DC Comics, como o pilar da Liga da Justiça e do próprio conceito de heroísmo na editora — e, claro são os maiores ícones da empresa. Contudo, embora as ideologias do Homem-Morcego e do Homem de Aço sempre tenham sido mais claros, há ainda dúvidas sobre quais as reais motivações da Rainha da Verdade.

Embora hajam variações e outros elementos adicionados à mitologia dos personagens, Batman sempre é conhecido por transformar vingança em justiça, enquanto o Superman se tornou um símbolo recorrente de esperança. Já a Mulher-Maravilha é conhecida pelo seu lado guerreiro, sempre questionador.

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O roteirista Tom King, que vai assumir o título mensal da Mulher-Maravilha, falou ao site Popverse sobre o que mais a difere de Batman e Superman na Trindade da DC Comics. Segundo o autor, Diana Prince é “rebelde, de uma forma que Batman e Superman não são”, disse, ao descrever a abordagem sobre o que caracteriza a personagem.

Qual é a maior diferença entre a Mulher-Maravilha e Batman e Superman?

“Batman reforça o status quo”, afirmou King. "Superman é um cara do Kansas que acredita no american way of life; em certo sentido, ele diz: 'Eu só quero que as coisas sejam como são', e a Mulher Maravilha não é isso."

King, que já tem certa intimidade tanto com Batman quanto com o Superman por ter escrito histórias de ambos os heróis no passado, afirma que sua Mulher-Maravilha irá questionar, testar e, conforme necessário, quebrar o status quo. “É ela quem diz: ‘isso não está funcionando; não, obrigado, não vou mais fazer isso’, sobre estar fazendo o que todo mundo está dizendo para ela fazer."

Para King, é importante destacar essa diferença porque, normalmente, a Mulher-Maravilha tem seu heroísmo frequentemente confundido com o do Superman, dado à semelhante escala de poder. Sua próxima série vai detalhar melhor Diana Prince nesse sentido, justamente para caracterizar melhor o que a heroína quer e representa.

E mais: o roteirista espera que sua nova série da Mulher-Maravilha também dialogue melhor com os leitores mais jovens, que, naturalmente, costumam ser mais questionadores — ainda mais nos tempos atuais, de quebra de diversos paradigmas. “Sinto que as próximas gerações são rebeldes”, projetou King.

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