Amazon investirá US$ 1,5 bi em central para entregas aéreas

Por Redação | 01 de Fevereiro de 2017 às 16h36
photo_camera Divulgação

A Amazon está levando a sério o seu objetivo de ser o mais ágil possível quando se trata de entregar as compras de seus consumidores. A empresa está investindo pesado em internalizar seu sistemas de entregas, sem depender de serviços como UPS, Fedex e USPS nos Estados Unidos. Esta semana, a empresa deu mais um passso nessa direção ao anunciar a construção de uma nova central para suas entregas aéreas.

Este espaço ficará localização no aeroporto de Cincinnati/Northern Kentucky, na cidade de Hebron (Kentucky). A companhia pretende investir cerca de US$ 1,5 bilhão neste local, que servirá de sede para sua frota de aviões que trabalham para o serviço Prime Air (de entregas expressas).

Com o novo local, a Amazon deverá criar 2 mil novos empregos. A construção da central deverá iniciar ainda este ano, com ele entrando em operação entre 2022 e 2024, dependendo do ritmo das obras.

O local servirá também para suportar a expansão prevista pela Amazon para o Prime Air. No ano passado, a companhia anunciou 40 novos aviões para o serviço - atualmente apenas 15 estão em atividade, com outros sendo adicionados à medida que a demanda pelo serviço aumentar.

A Amazon não deu detalhes se o local também servirá para possíveis testes futuros com a tecnologia de drones para entregas. A empresa já está testando esta novidade no Reino Unido, onde recebeu permissão do governo local para experimentar com a tecnologia. Nos Estados Unidos, o uso destes veículos para entregas ainda está em uma sinuca de bico legislativa.

As manobras da Amazon para controlar sua logística de entrega começaram em 2013, quando a companhia teve problemas com empresas como Fedex e UPS. O alto volume de entregas aos clientes não foi suportado pelas empresas terceirizadas, gerando atrasos nas entregas e insatisfações dos clientes.

Para melhorar seu sistema de entregas, a empresa de Jeff Bezos chega a pensar até no futuro. No início deste ano, foi homologado um registro feito pela companhia, em que propôs um modelo para levar seus produtos aos clientes através de uma rede subterrânea de túneis.

Fonte: Digital Trends

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