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Mato Grosso registra foco de gripe aviária em aves domésticas

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Pexels/Alexas
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O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) confirmou, neste sábado (7), um foco de gripe aviária em uma criação de aves domésticas de subsistência no município de Campinápolis, no estado de Mato Grosso.

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“O Serviço Veterinário Oficial interditou a propriedade e coletou amostras para análise laboratorial, as quais resultaram positivas para gripe aviária. Esse é o quarto foco da doença em aves de subsistência detectado no Brasil”, informou a pasta em comunicado.

De acordo com o Mapa, já neste domingo (8) foram iniciadas as medidas de erradicação e ações de vigilância em um raio de 10 km ao redor do foco da doença.

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Casos em investigação

Dados da Plataforma de Síndrome Respiratória e Nervosa das Aves apontam que, até as 10h desta segunda-feira (9), são investigados 10 casos suspeitos de influenza aviária no território nacional. Confira, a seguir, os municípios e os tipos de aves sob investigação:

  • Itaituba/PA: galinha – doméstica;
  • Parauapebas/PA: galinha – doméstica;
  • Novo Cruzeiro/MG: galinha – doméstica;
  • Alegre/ES: galinha – doméstica;
  • Caçador/SC: galinha – doméstica;
  • Viamão/RS: galinha – doméstica;
  • Utinga/BA: gralha-cancã – silvestre;
  • Florestal/MG: carcará – silvestre;
  • Santo Antônio do Monte/MG: pombo – silvestre;
  • Angra dos Reis/RJ: albatroz-de-sobrancelha – silvestre.

Período de vazio sanitário

A confirmação do caso de gripe aviária em aves domésticas no Mato Grosso não altera o período de 28 dias de vazio sanitário após a desinfecção da granja em Montenegro, no Rio Grande do Sul. Isso porque, na ocasião, o foco da doença foi registrado em um matrizeiro de aves comerciais, e não de subsistência.

De acordo com o Mapa, o registro da influenza aviária em Mato Grosso também não implica em restrições ao comércio internacional de aves brasileiras. Tanto o consumo quanto a exportação de produtos avícolas permanecem seguros.

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