Procon-SP também quer que Apple pague quem comprou iPhone 6 e iPhone 7 no Brasil

Por Rafael Arbulu | 09 de Março de 2020 às 11h10
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O Procon-SP notificou a Apple na última sexta-feira, 6, pedindo que a empresa ofereça explicações sobre a queda de desempenho sofrida por smartphones mais antigos que foram atualizados para versões mais recentes do sistema operacional iOS. A situação remete à multa de aproximadamente US$ 500 milhões que a empresa aceitou pagar como indenização para consumidores nos EUA pelo mesmo motivo.

A Apple foi condenada a reembolsar parte do dinheiro pago por consumidores dos Estados Unidos que compraram um iPhone 6 ou iPhone 7 e viram o aparelho ter seu desempenho reduzido após atualização para o iOS 10.2.1 ou superior. Os pagamentos podem somar até US$ 500 milhões (R$ 2,2 bilhões) e dependem da quantidade de dispositivos elegíveis.

Aparelhos defasados da Apple que passaram por atualização de sistema operacional podem apresentar quedas de desempenho, o que rendeu multa à empresa nos EUA

Calcula-se que cada usuário com direito ao reembolso possa receber cerca de US$ 25, valor que pode aumentar ou diminuir dependendo da quantidade de atingidos. A decisão do juiz Edward Davila, de San Jose, na Califórnia, exige que a companhia some ao menos US$ 310 milhões em pagamentos.

Devido aos parâmetros técnicos que levaram a Apple à condenação nos EUA, o Procon-SP pediu que a empresa explicasse se as falhas relacionadas ao desempenho dos aparelhos também impactam os usuários brasileiros. A saber, os aparelhos contemplados pela multa nos EUA são o iPhone 6, 6 Plus, 6s, 6s Plus, 7, 7 Plus ou SE e que tenham rodado a versão do iOS 10.2.1.

Fernando Capez, diretor executivo do Procon-SP, disse ao Estadão que o órgão notificou a Apple a prestar esclarecimentos, sobretudo se os problemas de desempenho impactam usuários brasileiros

"O Procon vai solicitar à Apple que informe se também pretende pagar a mesma indenização aos consumidores brasileiros. Uma vez que o produto é o mesmo, o dano e a lesão são idênticos", afirma em nota Fernando Capez, diretor-executivo do Procon-SP, ao jornal O Estado de São Paulo.

Procurada pela reportagem do diário, a Apple firmou-se em sua política corporativa e disse que não vai comentar o caso neste primeiro momento.

Fonte: O Estado de São Paulo

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