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IA generativa já é usada por uma a cada seis pessoas no mundo, diz Microsoft

Por  • Editado por Bruno De Blasi | 

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Solen Feyissa/Unsplash
Solen Feyissa/Unsplash

Um novo relatório de adesão global de IA publicado pela Microsoft revela que uma a cada seis pessoas no mundo já usa inteligência artificial generativa no dia a dia para trabalhar, aprender sobre algo novo ou resolver problemas. 

De acordo com os dados do estudo, cerca de 17% da população brasileira já aderiu à tecnologia, algo próximo da média global, de 16%. Países como Emirados Árabes Unidos e Singapura já podem ser considerados heavy users de IA, com adesão maior do que 60%.

Crescimento existe, mas é desigual

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Ainda que a IA tenha sinais de crescimento, a pesquisa da MS aponta para uma desigualdade: países do chamado Norte Global, considerados mais ricos, registraram números muito maiores do que os representantes do Sul Global. 

Enquanto a média no Norte Global foi de 24,7% na segunda metade de 2025, o número foi de apenas 14,1% no Sul Global durante o mesmo período. Ao comparar o crescimento entre os dois semestres do ano passado, o crescimento foi quase duas vezes mais rápido.

Os dados indicam que a porcentagem de usuários é maior em países que largaram na frente nos investimentos em infraestrutura digital, capacitação em IA e adoção governamental — Emirados Árabes Unidos, Singapura, Noruega e Espanha são exemplos.

DeepSeek e trend de imagens foram destaques

O relatório ainda aponta alguns momentos importantes que impulsionaram o uso de IA em 2025. O primeiro foi o fenômeno da chinesa DeepSeek, que liberou um modelo potente e com muito menos consumo de hardware no começo do ano passado.

A pesquisa destaca que a ferramenta “eliminou barreiras financeiras e técnicas que limitam o acesso à IA avançada” e teve popularidade alavancada em países africanos graças a parcerias com a Huawei e outras empresas.

A popularização dos geradores de imagens, impulsionada pela trend das fotos no estilo do Studio Ghibli no ChatGPT, foi outro fator decisivo. A pesquisa destaca o efeito na Coreia do Sul, mas vale ressaltar a popularidade no Brasil e o fato de que o próprio CEO da OpenAI, Sam Altman, entrou na brincadeira.

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A trend reforçou o potencial da IA de criar novos materiais a partir de comandos simples, além de ampliar o acesso ao público geral no dia a dia.

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