Aeroporto de Sidney testa reconhecimento facial em substituição aos passaportes

Por Ares Saturno | 05 de Julho de 2018 às 14h24

Passageiros no Aeroporto de Sidney, na Austrália, estão usando seus rostos como passaporte. A empresa aérea Qantas está testando, em parceria com o aeroporto, um sistema que substitui o documento pela identificação biométrica com escaneamento facial, segundo um comunicado emitido pela companhia nesta quinta-feira (5).

Passageiros de voos internacionais selecionados passarão por quatro etapas nas quais o reconhecimento facial substituirá a identificação dos passaportes: no check-in automático; na expedição das bagagens; no acesso ao lounge e então no embarque.

"Trabalhamos com a Qantas desde o início e estamos satisfeitos por fazer uma parceria com eles enquanto testamos essa tecnologia", disse o CEO do aeroporto de Sydney, Geoff Culbert. "No futuro, não haverá mais malabarismo com passaportes e malas no momento do check-in e escavações em bolsos ou smartphones para mostrar seu cartão de embarque. Seu rosto será seu passaporte e seu cartão de embarque em todas as etapas do processo".

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Mais de 43 milhões de passageiros utilizam o Aeroporto de Sidney por ano. Segundo a companhia, o consentimento dos viajantes que participam dos testes será "procurado ativamente" e seguirá os mais rígidos padrões de privacidade e segurança, atento às legislações locais.

"Há uma necessidade crescente de companhias aéreas e aeroportos oferecerem experiências de viagem mais rápidas e convenientes, e estamos entusiasmados em ver quais resultados o teste produz", comemora Vanessa Hudson, diretora de clientes da Qantas.

Segundo ela, a medida não apenas tem o potencial de reduzir as filas e os momentos de espera, mas também pode ser parte de uma experiência de consumo mais agradável e personalizada: “Os clientes da Qantas não só poderão fazer o check-in para seu voo usando a tecnologia, bem como ela também estará disponível para a nossa equipe do lounge, que pode criar uma experiência mais personalizada quando os passageiros chegarem", finaliza.

Fonte: CNBC

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