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Chefe do Xbox quebra silêncio e fala sobre fechamento de estúdios

Por| Editado por Durval Ramos | 10 de Junho de 2024 às 14h17

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Billy Freeman/Unplash
Billy Freeman/Unplash

O fechamento de alguns estúdios de games pela Microsoft, em especial a Arkane Austin, de Redfall, e o Tango Gameworks, de Hi-Fi Rush, se tornou um dos pontos mais polêmicos em torno da marca Xbox nos últimos meses. Quebrando o silêncio sobre o assunto, Phil Spencer, chefe da divisão de games da empresa, comentou sobre as demissões e os motivos por trás dessa decisão.

Em entrevista à IGN Live, evento que acontece em paralelo ao Summer Game Fest e ao Xbox Showcase, Spencer comentou sobre o fechamento que ocasionou o desligamento de aproximadamente 1.900 funcionários dos estúdios. Segundo o chefe do Xbox, às vezes é necessário tomar decisões difíceis para conseguir tocar um negócio sustentável.

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"O fechamento de qualquer estúdio é obviamente algo extremamente difícil para os indivíduos que trabalhavam lá. Eu não falei publicamente sobre isso porque, nesse momento, devemos focar nas pessoas. É obviamente uma decisão difícil para eles e eu quero ter certeza de que todos receberão suas rescisões e as coisas sejam feitas do jeito certo para eles", comentou Spencer.

"Não é sobre a minha imagem ou a imagem do Xbox. É sobre aqueles times"

Mantendo um negócio sustentável

Segundo Phil Spencer, no fim de tudo, é sobre conseguir manter um negócio funcionando de maneira sustentável dentro da empresa e crescer, o que pode levar a decisões que nem todo mundo vai gostar, mas que alguém precisa fazer.

"Nós vamos continuar avançando, investindo naquilo que acreditamos no Xbox e construir o melhor negócio possível, para garantir que no futuro possamos continuar a fazer shows como o que fizemos agora", disse o chefe do Xbox em relação ao Xbox Showcase do dia 9 de junho.

Não é o melhor motivo do mundo para fechar estúdios que estavam produzindo, mas pelo menos mostra que os desenvolvedores não saíram completamente desamparados após a dissolução dos times. Ainda assim, um retrato perigoso sobre a busca pelo crescimento infinito de empresas, nem que isso custe o trabalho daqueles que fazem as coisas de fato acontecer.