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7 Resident Evil que estão presos no passado e não podem ser jogados hoje

Por  • Editado por Jones Oliveira | 

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Capcom/Divulgação
Capcom/Divulgação

A Capcom tem feito um trabalho primoroso com os recentes remakes de Resident Evil 2, 3 e 4, aproveitando o poder de hardware moderno para entregar alta qualidade de imagem e gameplay aprimorado. No entanto, enquanto os títulos principais brilham com ray tracing e altas taxas de quadros no PC, uma parte considerável da história da franquia continua pegando poeira em prateleiras de colecionadores ou em arquivos de emulação.

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Apesar da recente chegada da trilogia clássica original ao GOG, garantindo a preservação dos primeiros jogos no PC sem a necessidade de malabarismos técnicos, muitos spin-offs e experimentos curiosos da série permanecem inacessíveis para quem não possui um hardware antigo guardado no armário.

Abaixo, listamos 7 títulos de Resident Evil que estão, tecnicamente, presos no passado.

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1. Resident Evil Outbreak (e File #2)

Lançado originalmente para o PlayStation 2 em 2003, Resident Evil Outbreak foi um jogo à frente do seu tempo. Ele introduziu o conceito de sobrevivência cooperativa online muito antes de o cenário de rede dos consoles estar maduro, especialmente no Brasil. O jogo foca em cidadãos comuns de Raccoon City tentando escapar do caos do T-Vírus.

Mesmo com uma legião de fãs pedindo por uma versão moderna com gráficos melhorados e suporte ao modo online, o título continua exclusivo do PS2. Jogar hoje exige o hardware original ou o uso de servidores privados criados pela comunidade em emuladores.

2. Resident Evil: Gaiden

Este é um dos itens mais obscuros da lista. Lançado para o Game Boy Color em 2001, Gaiden coloca Leon S. Kennedy e Barry Burton em um navio de luxo infestado por uma nova ameaça biológica, sendo o primeiro game da franquia que se passa em alto mar.

Com uma visão aérea e um sistema de combate que muda para primeira pessoa com uma barra de precisão, o jogo é um ponto fora da curva na cronologia. Devido às limitações técnicas e ao estilo único, ele nunca recebeu um port oficial para plataformas modernas, permanecendo como uma curiosidade datada do portátil de 8-bits da Nintendo.

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3. Resident Evil Survivor

A primeira tentativa da franquia no gênero de tiro em primeira pessoa aconteceu no PlayStation 1 em 2000. Em Survivor, assumimos o papel de Ark Thompson, um piloto que sofre um acidente na Ilha Sheena e perde a memória enquanto enfrenta hordas de zumbis e Tyrants.

Embora tenha sido um experimento que utilizava a pistola GunCon, o jogo foi duramente criticado na época pelos gráficos simples e controles truncados. Hoje, ele é uma peça de museu sem qualquer versão moderna disponível para as novas gerações de hardware.

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4. Resident Evil Survivor 2 – Code: Veronica

Uma sequência espiritual do primeiro Survivor, esse título foi fruto de uma parceria entre a Capcom e a Namco, lançado originalmente para os Arcades (Namco System 246) e posteriormente para o PlayStation 2 em 2001 (apenas no Japão e Europa).

O jogo reconta os eventos de Code: Veronica, mas sob a premissa de ser um pesadelo de Claire Redfield. Por ser um título de arcade adaptado, ele possui um limite de tempo agressivo, se você demorar demais, o Nemesis aparece para te caçar, mesmo que o jogo não se passe em Raccoon City e Claire nunca te-lo visto. Como nunca foi lançado oficialmente nas Américas para o console da Sony e depende do suporte a periféricos de tiro, ele permanece esquecido.

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5. Resident Evil: Dead Aim

Seguindo a linhagem de jogos de tiro, Dead Aim chegou ao PS2 em 2003 trazendo uma mistura inusitada: movimentação em terceira pessoa e tiro em primeira pessoa. A história foca em Bruce McGivern e na agente chinesa Fong Ling em um cruzeiro da Umbrella.

Por depender fortemente do suporte a periféricos da época (um controle esquisito embutido numa arma), acabou esquecido. É o tipo de jogo que se beneficiaria imensamente de um upgrade para mouse e teclado no PC.

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6. Resident Evil: Deadly Silence

Lançado para o Nintendo DS no aniversário de 10 anos da franquia, Deadly Silence é, para muitos, a melhor versão do jogo original de 1996. Ele introduziu o modo "Rebirth", que adicionava quebra-cabeças que usavam a tela sensível ao toque, o microfone e um combate com faca em primeira pessoa.

Por ser uma experiência desenhada especificamente para o hardware de duas telas da Nintendo, essa versão nunca saiu do portátil, tornando-se um item de colecionador raro.

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7. Resident Evil: The Mercenaries 3D

Lançado em 2011 para o Nintendo 3DS, este título foi o primeiro a transformar o popular modo Mercenários em um jogo completo e independente. Ele reunia personagens icônicos como Chris, Jill, Wesker e Hunk em mapas vindos de RE4 e RE5.

Diferente de Resident Evil Revelations, que nasceu no 3DS mas ganhou versões para PC e consoles, The Mercenaries 3D nunca saiu do portátil. Com o fechamento da eShop do 3DS, o jogo ficou ainda mais difícil de ser acessado legalmente, permanecendo como um exclusivo de nicho de uma plataforma que já saiu de linha.

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De todos esses jogos, somente os dois games Outbreak, Survivor e Dead Aim são considerados canônicos, ou seja, fazem parte da história principal da franquia. Existem ainda os jogos spin-offs da série Chronicles, que ficaram presos no Wii e PS3, mas podem ser jogados nos consoles atuais da Sony através do PlayStation Plus. Vale notar que todos eles podem ser emulados hoje em dia no PC.

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