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Highguard: como se formou o "time de Vingadores" por trás do novo Raid Shooter?

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Divulgação/Wildlight Entertainment
Divulgação/Wildlight Entertainment

* Matéria em colaboração com Diego Corumba

A convite da Wildlight Entertainment, nós do Canaltech pudemos conversar com os desenvolvedores de Highguard — o título que promete ser uma das grandes febres do multiplayer deste início de 2026.

A equipe foi formada por ex-membros de estúdios como a Activision, Blizzard, Respawn Entertainment, Riot Games e outros colossos da indústria de jogos. Eles têm, no título, a oportunidade de mostrar o que os anos de talento e experiência podem proporcionar ao gênero.

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Highguard é visto como o resultado de reunir os “Vingadores” deste mercado, com uma proposta diferente da vista nos demais games. E o intuito é único: popularizar o Raid Shooter, diferente do que vemos em FPS, Hero Shooter e até dos jogos de extração no geral.

O chefe de produto e publicação da Wildlight Entertainment, Jason Torfin, revelou como o time foi reunido para alcançar um título que chamasse a atenção o suficiente para estar no “grand finale” da The Game Awards 2025.

"Este é o nosso 'time dos sonhos'. Grande parte do nosso núcleo principal trabalhou junto na Respawn por vários anos. A partir daí, conforme a empresa começa a crescer, você passa a pensar na sua 'Iniciativa Vingadores' — como os heróis mais poderosos da Terra — e tenta garantir que reforçamos continuamente aquilo em que já somos bons, mas também trazemos novas vozes que possam nos desafiar e nos levar a patamares ainda maiores”. 

Torfin revela que, a partir desta ideia, buscaram novos profissionais em outros estúdios ao redor do planeta. E eles não se limitaram apenas a experts de FPS, mas também de MOBA e outros gêneros para abranger uma maior gama de experiência. 

“E é aí que entram todas essas outras pessoas incríveis da Blizzard, Bungie, Riot, membros que vieram de jogos de luta e até pessoas que nem jogam shooters, mas são muito talentosas em suas disciplinas. Isso nos torna melhores”, reforça o executivo.

O chefe de design de Highguard, Mohammad Alavi, revela que a ideia não era sequer buscar pessoas com a mesma competência. “É engraçado porque não procuramos profissionais como nós. Eu procurei por colegas que eram mais espertos do que nós”. 

A sua filosofia era de aumentar a competência de toda a equipe com um verdadeiro compartilhamento de conhecimento. Para ele, todos aprenderiam e subiriam de nível juntos.

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“Eu busco por pessoas super talentosas que podem me ensinar algo e tudo que eu exigia deles é que não tivesse ego, sabe? Boas ideias vêm de todos os lugares e o jogo precisa falar por si próprio, não pela voz mais alta”, afirma Alavi. 

Um passo de cada vez com Highguard

Na oportunidade, também perguntamos à Wildlight Entertainment como funcionará a precificação em Highguard no Brasil. Apesar do título ter apenas itens cosméticos, um preço adequado ao mercado significa não apenas valores acessíveis para o público, mas também mais vendas para o estúdio.

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Jason Torfin revelou que eles levam tudo com cautela, já que a desenvolvedora não é uma empresa grande e ainda não tem poder para aplicar tudo o que desejam em todos os mercados.

“Nós estamos nos auto-publicando, então primeiro vamos focar na monetização em dólar americano. Conforme o tempo passar, quando nos estabelecermos melhor e crescermos um pouco, podemos revisitar esta política e tentar aplicar preços regionais. Nós compreendemos que cada região tem diferentes necessidades e custos, mas somos pequenos”, reforça o executivo.

Inicialmente, Highguard terá itens cosméticos à venda com valores entre US$ 9 e US$ 12 — que devem chegar ao Brasil entre R$ 45 e R$ 60 (a depender da loja digital e das tarifas aplicadas por cada uma). 

A experiência será dividida em “Episódios” e terá diversas adições gratuitas nos mapas, bases, modos, Wardens, armas, montarias e itens. De acordo com o estúdio, a “primeira onda” de conteúdo chega em algumas semanas.

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Highguard já está disponível nas plataformas PlayStation 5, Xbox Series e nos computadores. 

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