Games de tiros podem ter efeitos positivos sobre o cérebro dos jogadores

Por Redação | 25 de Novembro de 2012 às 08h15

Depois de conhecermos tantas pesquisas sobre o mal causado pelos videogames, agora é hora de uma boa notícia: eles podem ter efeitos construtivos para o nosso cérebro. Pelo menos é o que indica um novo estudo da Universidade de Rochester, nos Estados Unidos.

A pesquisadora Daphne Bavelier, PhD em Ciência Cognitiva, descobriu que os jogos de tiro em primeira pessoa, também conhecidos como FPS, podem melhorar significativamente a atenção, o poder de observação, a capacidade de organização e planejamento dos gamers.

O pessoal do RockPaperShotGun divulgou o vídeo onde a PhD fala a respeito dos efeitos dos games em nosso cérebro. É claro que ela não faz apenas elogios, e ressalta que também existem aspectos negativos no uso exagerado dos consoles.

A Doutora Bavelier nos lembra que o comportamento obsessivo, por exemplo, pode ser ampliado nas pessoas que jogam os games de tiros. Mas, em geral, jogar Call of Duty pode ajudar seu cérebro a trabalhar e se tornar melhor, mas, assim como tudo nessa vida, precisa de limites.

Outro efeito cognitivo, e negativo, de jogar games violentos é que isso pode levar a mudanças a curto prazo nos níveis de agressão. São pequenas alterações, certamente não o suficiente para fazer uma pessoa não violenta agir de maneira extremamente agressiva de repente.

Mas se você não é adepto dos jogos de tiros, vale lembrar que recentemente descobriu-se que jogar Angry Birds pode tornar você um profissional mais produtivo, colaborativo e menos propenso a desistir das coisas.

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