Sony WF-XB700 Extra Bass: bonito não é, mas os graves valem a pena

Por Luciana Zaramela | 03 de Setembro de 2020 às 21h00
Luciana Zaramela/Canaltech
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De uma tacada só, a Sony lançou no Brasil três modelos intermediários de fone de ouvido: o WF-XB700, o WH-CH710N e o WI-SP510 — dois in-ears e um over-ear. Hoje estamos analisando o pequeno e diferente WF-XB700, um modelo "pau para toda obra" com tecnologia Extra Bass que promete dar aquele gás no seu dia a dia — seja no trabalho, nos corres pela cidade ou até mesmo durante a malhação.

Completamente sem fios, o XB700 é um TWS (truly wireless) daqueles que vêm com estojinho para você carregar (nos dois sentidos) por aí, conferindo bastante mobilidade e ocupando pouco espaço no bolso, bolsa ou mochila. O fone também conta com suporte a chamadas telefônicas, ou seja: dá para usar enquanto recebe uma ligação ou até mesmo participa de uma reunião online com o pessoal da empresa.

Se você busca um fone pequeno, com graves encorpados e que não limite seus movimentos, chega mais que vamos destrinchar o que esse novo integrante da Sony é capaz de fazer.

Design & Ergonomia

Ousado. Não tinha palavra melhor para descrever o design desse fone, que apesar de ser um TWS, tem um formato… ousado. Falamos isso porque, ao comprar um fone TWS, o usuário geralmente idealiza uns buds pequenininhos, discretos e fáceis de perder. No caso do WF-XB700, esse lance de "pequenininho" não cola, porque o fone é… grande. Grande para os padrões, inclusive bem mais volumoso que a média.

Mas isso tem explicação: para acomodar os componentes que dão a tônica do Extra Bass, a Sony precisou dar um jeito na questão do espaço, e por isso aumentou um pouco o tamanho do fone — que na orelha, mais parece um botão de casaco do que um fone de ouvido, mesmo. É feio? Não, feio, não... talvez "esquisitinho", mas sem perder seu charme. É aquela coisa de abrir mão de um atributo para privilegiar uma tecnologia a mais, algo que ficou bem claro para nós neste review.

Eis aqui os TWS parrudinhos: esse tamanho todo tem explicação: graves! (Foto: Luciana Zaramela/Canaltech)

Posicionado no segmento intermediário de fones de ouvido da marca, o XB700 é fabricado usando o mesmo material plástico poroso do WH-CH710N. Então, não espere ver aqui uma superfície emborrachada como a do WF-1000XM3, ou detalhes metálicos... nada disso. De emborrachado, aqui, só mesmo as ponteiras dos buds.

Mas apesar de estranhos à primeira vista, os fones são para lá de confortáveis e o material plástico tem uma leveza digna de nota: você pode passar horas curtindo um som nesse modelo sem sentir qualquer desconforto. A ergonomia, aqui, é um dos pontos altos: mesmo grandinhos, os earbuds prometem servir em praticamente qualquer orelha, sem pesar, sem machucar e sem incomodar — graças ao apoio dos buds em três pontos de cada orelha. Simplesmente não caem.

Tal como no modelo mais premium dos in-ears da Sony, O WF-1000XM3, a física dos três pontos serve justamente para que o fone não caia da sua orelha e nem fique se desadaptando enquanto você anda, pula corda, pratica esportes, passeia com cachorro… enfim: se une leveza com estabilidade, serve para a maioria das atividades que você pratica no dia a dia.

Junto com os foninhos vem também o case de carga e transporte, igualmente plástico e moderninho. Com tampa em acrílico translúcido na mesma cor do fone (recebemos o modelo na cor azul), você consegue ver os buds carregando dentro do case. Um charme a mais, em nossa opinião. O case tem um tamanho bem legal para quem quer mobilidade. Tem um formato de pílula, abaulado na tampa para economizar espaço, e cabe fácil no bolso. Isso é, depende do bolso: pode ficar um pouquinho volumoso em roupas esportivas, já que não vem com cordinha, mas vale o "sacrifício": ele guarda 9 horas extras de carga.

Para melhor adaptação, você pode trocar as ponteiras de silicone: são 3 pares extras, mais o que vem nos fones. Ao todo, você tem ponteiras PP, P, M e G.

Conectividade

Os novos fones intermediários da Sony contam com Bluetooth 5.0 e NFC (que te ajuda a parear fones e dispositivo móvel sem precisar ficar abrindo menus, basta aproximá-los, quando o recurso é suportado pelo telefone) e a qualidade da conexão é bem bacana. Em nossos testes, não tivemos problemas com repiques e gargalos durante a reprodução — nem em ambientes abertos, nem dentro de casa.

Bateria

Fones TWS precisam de estojinhos de carga para serem recarregados e, de quebra, guardados e transportados. Sozinhos, os buds têm autonomia de 9 horas — o que é expandido para um total de 18 horas, somando-se a carga extra que o case retém. Então, sim: você pode sair por aí com os fones nas orelhas sem precisar levar o case, caso vá correr na rua, por exemplo. Mas se for sair para trabalhar e não quiser ficar na mão, é bom levar o estojo sempre na mochila.

Pra um fone TWS, essa quantidade de bateria é bem bacana e acima da média. Se fôssemos pensar em defeitos, o case até poderia guardar duas cargas, mas provavelmente a Sony optou por uma só para conseguir diminuir seu volume para que as pessoas possam carregá-los no bolso numa boa. Mesmo assim, passar 9 horas longe da estação de carga é excelente para um fone com recurso de graves reforçados e, ainda por cima, in-ear totalmente sem fios.

Vamos combinar que 18h de bateria, no total, é algo a considerar, hein? A autonomia desses fones está acima da média (Foto: Luciana Zaramela/Canaltech)

E sim, ele tem opção de carga rápida: se você espetar o case por 10 minutos no PC ou carregador (não incluso) ou colocar os fones carregando nele por esse mesmo tempo, vai ganhar 1 hora de reprodução de música.

Um ponto negativo é que não tem como você monitorar a bateria dos fones pelo case ou pelos próprios fones. E como eles não possuem suporte do app da Sony, ou você vai ter que ir nas configurações do seu telefone ou esperar o aviso sonoro de carga chegando ao fim.

Controles

De cada lado, ou melhor, em cada bud, você vai encontrar um pequeno botão físico que faz tudo. Nada de superfície touch, aqui: o modelo é um intermediário, portanto essa "perfumaria" foi deixada para os premium.

Um botãozinho físico (esse azul marinho) em cada fone, no melhor estilo "faz-tudo" (Foto: Luciana Zaramela/Canaltech)

Enquanto você ouve música, o esquema é o seguinte:

  • Pressione uma vez: pausa/reprodução
  • Pressione duas vezes: próxima música
  • Pressione três vezes: música anterior

Ao pressionar e segurar, ele vai ativar a assistente pessoal do seu celular. Assim, você consegue realizar buscas e fazer chamadas sem tirar o smartphone do bolso.

Para atender chamadas, pressione uma vez. E para recusar, pressione duas.

Microfone

O WF-XB700 traz um microfone para te ajudar a manter as mãos livres quando seu telefone toca. É um microfone comum, padrão para fones TWS. Como você está falando enquanto está em movimento ou não está usando o telefone, diretamente, para isso, não espere uma qualidade excepcional: o áudio soa enlatado, bastaaaante comprimido, o que é normal para a maioria dos fones Bluetooth e TWS do mercado. Vai quebrar um galho? Vai, sim. Dá para usar durante uma reunião no Zoom? Até que dá... mas a galera vai perceber que você está usando um microfone "mais-ou-menos". Pudera, né? Você comprou o XB700 para ouvir música, não para fazer reunião online.

Mas se você quer usar o fone esporadicamente para participar dos tais calls ou meetings, pode usar. Nos nossos testes, o fone teve um comportamento meio "temperamental": gravando áudio para mandar em apps de mensagem, pareceu que minha voz estava se esvaindo, ora voltando, ora cortando… em calls, além de enlatada, a voz pareceu distante. As pessoas tiveram um pouco de dificuldade de compreensão do outro lado da "linha". Ou seja, se você puder usar outro aparelho para calls importantes, como reuniões da empresa, use. Deixe o XB700 para conversar abobrinha com os amigos, receber ligações quando não puder pegar o seu telefone ou mandar áudio no WhatsApp.

Suporte de aplicativo? Esqueça!

Infelizmente, parece que a Sony "flopou" o suporte via app a todos os novos fones de ouvido de segmento intermediário. Então, nada de ajustar parâmetros como equalização no XB700.

Áudio

A ideia da Sony com este TWS intermediário é gerar conforto e batidas fortes nos graves em um fone relativamente pequeno. A tecnologia Extra Bass, em um fone true wireless, é algo novo, já que precisa de componentes especiais para dar boost nas frequências mais baixas. Por isso, como já mencionamos aqui, o XB700 é tão "bojudinho" e tem esse formato… estranho. Confortável, mas mesmo assim, diferentinho. Mas será que com isso a Sony conseguiu o que queria com os graves? Bom, com os graves, sim, eles realmente são bem proeminentes — e vamos analisá-los, além de médios e agudos, agora.

Versátil, o WF-XB700 tem graves poderosos e são bastante confortáveis — para suas orelhas e para seus ouvidos (Foto: Luciana Zaramela/Canaltech) 

Graves

As frequências mais baixas do espectro que o WF-XB700 entrega realmente vêm com esteroides, considerando que estamos usando fones pequenininhos, com drivers de menos de 1 centímetro (ou 0,47 polegadas, conforme especificações). São graves e subgraves que servem para dar movimento e energia no dia a dia que quem gosta de dinamismo: desde a vida agitada de idas e vindas ao trabalho (salvas as limitações da pandemia) até a prática de esportes. É um fone bem versátil e claramente voltado à galera mais jovem.

Como é um fone intermediário, o WF-XB700 não suporta o codec aptX (que dá uma turbinada na qualidade sonora dos arquivos de música em streaming), ficando mesmo com os básicos e velhos conhecidos AAC e SBC via Bluetooth.

Em Little L, do Jamiroquai, você sente a pressão da batida electro-disco realmente bombando nos seus ouvidos. O baixo é super, super grave nessa música, que como já é de praxe da banda, é permeada de efeitos e sintetizadores. A resposta dos graves chega firme, profunda e enérgica, sem atropelar a voz de Jay Kay nem frequências vizinhas, muito menos agudos. Para quem quer graves poderosos em fones relativamente pequenos, é um diferencial a se considerar.

E se você é um fã de linhas de baixo, vai gostar do resultado também em músicas, digamos, "menos eletrônicas", com menos drum & bass, por assim dizer. Por exemplo: Another One Bites the Dust, do Queen, chega a soprar os tímpanos no WF-XB700. Uma das linhas de contrabaixo mais famosas da história recebe um tratamento especial com reforço de graves nesse modelo da Sony (o que, claro, respinga um bocado nos médios-graves dos vocais mais graves de Freddie e das bases mais gordas da guitarra de Brian May). Fique tranquilo: não é uma panela de pressão (o modelo não vai distorcer as notas mais graves e potentes da música mesmo em volumes mais altos). Mas… tem pressão. Muita.

Nota: se você é sensível a graves muito profundos e insistentes, melhor não arriscar.

Médios

Recuados em relação aos graves, obviamente, os médios do WF-XB700 não são ruins. Aliás, levando em conta apenas essa faixa de frequência, o fone também não soa como um radinho de brinquedo. De maneira geral, eles não são tão afetados pelo Extra Bass — e, para sermos sinceros, até ganham um pouquinho de ênfase nessa brincadeira.

Ouvindo Young Folks, de Peter Bjorn and John, você tem clareza nas caixas da bateria e nos vocais. O baixo, aqui, não se sobrepõe — é mais "recatado", dando o devido holofote aos vocais, principalmente no Refrão. Vocais femininos e masculinos têm definição e não há atropelos entre as frequências — inclusive, os efeitos de sintetizador e bongôs do refrão estão presentes, sem se misturar com a percussão. E, por incrível que pareça, o baixo dessa música fica recuado, embora presente.

Em Bichos Escrotos, dos Titãs, os médios mostram-se bem legais: você sente a presença das notas médias da guitarra, do slap do contrabaixo, dos teclados e da caixa da bateria sem se misturarem. A voz de Paulo Miklos aparece bem forte, aliás. Sem nunca perder para os graves, sem se misturar, sem atropelos. Na hora do solo de guitarra, há uma mescladinha entre cordas e teclas, mas… natural para o peso da música. O solo de contrabaixo, repleto de filtros, que dá espaço para uma base de sintetizador no final da música, veio bastante honesto (já que, nessa música, o contrabaixo é mais médio-grave do que grave). De modo geral, a performance de médios nos surpreendeu!

Agudos

Estamos indo muito bem até agora na avaliação dos espectros de frequências. Nada a reclamar de graves e médios, considerando que estamos falando de um fone intermediário. Mas, os agudos é que são a frequência temperamental desse modelo. Isto é, em termos — e vamos explicar o motivo com exemplos:

A implicância com os agudos veio quando uma das primeiras músicas que usei para testar o fone mostrou uma distorção bem desagradável logo na introdução (que é patológica, aliás: vem da masterização original e fica realçada em fones que seguram menos a frequência): a versão de Porque Te Vas, gravada pelo Pato Fu em 1996 — vinte anos após o lançamento da original. Talvez influenciado pelo nível de compressão das plataformas de streaming, o WF-XB700 não conseguiu reproduzir sem estourar bastante a introdução de metais que explode nessa música: quando o trompete alcança as notas mais altas, elas simplesmente… rasgam. No primeiro segundo. Escolhemos essa música por um motivo maior que esses metais da introdução: a voz de Fernanda Takai, a bateria que mistura surf music com post-punk e a guitarrinha "fininha" com tremolo formam um conjunto interessante de agudos. E sim: chimbais, pratos, voz da Fernanda, guitarra do John, ambiência, órgãos… tudo soa legal, e ia ficar bem bom ouvir essa faixa várias vezes no XB700N, não fosse a mancada do início.

Home, do Edward Sharpe & The Magnetic Zeros, já soa bem mais legal. A música é repleta de elementos que utlizam frequências altas: assobios, pianos, percussão, vocais femininos… na versão remasterizada em 2019, a música soa equilibrada. Mas falta brilho na marcação da meia-lua e presença nos fraseados de piano, que sim, são abafados pelos graves. Os riffs de metais que antecedem o refrão soam bem médios, já que poderiam ter mais brilho, também. Só que em nenhum momento os agudos são distorcidos, como na música do Pato Fu. Também há falta de definição nas palmas que acompanham os "heys" aos 2:51 e o final, quando a música cresce totalmente, fica bem embolado nas frequências mais altas. Normal… não é um fone hi-end, nem Hi-Res, e o foco dele claramente é turbinar os graves, não os agudos.

Isolamento de ruído

O WF-XB700 não é um fone que conta com o recurso de cancelamento ativo de ruído, trazendo apenas o isolamento passivo proporcionado pelas ponteiras de silicone — se bem adaptadas ao canal auditivo. Ele tem um bom nível de "vedação sonora", mas nada que se compare ao poder de imersão do modelo intra-auricular topo de linha da Sony, o WF-1000XM3, é óbvio.

Preço e onde comprar

Você encontra o WF-XB700 nas cores preta ou azul no site oficial da Sony ou no e-commerce nacional custando R$ 799,99. Para acompanhar promoções, fique sempre de olho no Canaltech Ofertas — sempre aparecem oportunidades bacanas separadas a dedo pela nossa equipe.

Specs

  • Tamanho do driver: 4 mm
  • Resposta de frequência: 20 Hz - 20.000 Hz (amostragem de 44,1 kHz)/20 Hz - 40.000 Hz (amostragem LDAC 96 kHz, 990 kbps)
  • S-MASTER HX: Não
  • Resistência a água: sim, IPX4 (suor e respingos)

O que vem na caixa

  • 1 Headphone WF-XB700
  • 1 Estojo de carregamento
  • 1 Cabo USB tipo C
  • 2 cada Earpads de silicone SS/S/M/L
  • 2 cada Earpads triplo conforto S/M/L
  • 2 cada Suportes de ajuste M/L
  • 1 Cartão de Garantia
  • 1 Manual de instruções
  • 1 Guia de referência
Conteúdo da caixinha do XB700 (Foto: Luciana Zaramela/Canaltech(

Veredicto

O WF-XB700 é um fone desenvolvido para quem vive em movimento e, claro, que exija realce em batidas e frequências graves. Para um fone TWS, ter esse recurso é realmente um "plus", uma vez que reforço de grave é algo comum em fones circumaurais, e não intra-auriculares. Ele cumpre o que promete: os graves são realmente enfatizados, aqui, e vão trazer bastante diversão para seu dia a dia — se você curte batidas mais fortes nas suas músicas.

Apesar de parecer um modelo "em miniatura" do Sony WH-XB900N, ele ainda não tem a dose cavalar de graves que o over-ear proporciona (e que, aliás, é beeeem intensa). As frequências mais baixas têm um ganho substancial mas nada avassalador, o que é, particularmente, algo muito bom: você não tem sobreposição indesejada dos graves sobre os médio-graves e nem mesmo sobre os médios. E enquanto isso, os agudos também não se intimidam, mantendo a harmonia na grande maioria das músicas e dos estilos.

Se o seu negócio é graves e liberdade de movimentos, o WF-XB700 pode ser uma boa pedida (Foto: Luciana Zaramela/Canaltech)

Projetado para ser um fone para todas as horas, o WF-XB700 pode, realmente, ser um parceirão tanto para quem pretende trabalhar ouvindo música, quanto para quem se movimenta muito e gosta de se exercitar ou mesmo perambular por aí. Apesar de in-ear e de ter um design diferentão, os fones são um pouco volumosos, o que pode causar estranheza nos primeiros dias, mas acaba sendo o preço que você paga para ter graves a mais. Com o tempo, você se acostuma com isso.

Algo que pode chatear alguns, além do tamanho, é o material plástico empregado tanto no fone, quanto no case, já que a Sony não colocou nenhum detalhe emborrachado no aparelho, exceto pelas ponteiras. Tudo bem, estamos cientes que o WF-XB700 é um fone intermediário, e que o material de escolha dele precisa ser leve, já que o fone é grande (senão todo o conforto iria por água abaixo)… mas, pelo valor que se paga num bichinho desses, ficamos com a impressão de que falta mais reforço... O case, mais que o fone, parece ser bastante frágil — por sua leveza e pela transparência da tampla plástica, que é legal, mas… parece que vai quebrar.

No mercado, é possível encontrar fones tão legais quanto, porém custando de 150 a 250 reais a menos — mas não vão contar com o reforço de graves, que é o diferencial deste modelo aqui. Aí, vale a boa e velha máxima: o melhor é testar antes de comprar. Ouvidos são bastante relativos, não é mesmo?

Para quem é o WF-XB700?

  • Para quem curte um som com mais impacto nas batidas graves, sem saturar
  • Para quem está sempre em movimento (e quer um fone pau-para-toda-obra)
  • Para quem busca um fone legal, com sonoridade bacana, abaixo dos R$ 1.000
  • Para quem não quer saber de fios, e busca um in-ear com bateria acima da média

Com quais modelos ele compete?

  • Samsung Galaxy Buds
  • Jaybird Vista
  • JBL Free X
  • JBL Tune 120 TWS

Prós

  • Bateria acima da média
  • Cumpre o que promete com graves bem presentes
  • Boa qualidade sonora
  • Extremamente leve e confortável

Contras

  • Grande e volumoso para um TWS
  • Muito plástico — passa impressão de fragilidade
  • Valor um pouco salgado para o que oferece

Nota: 8,0

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