Publicidade

Sony planeja reboot do universo expandido do Homem-Aranha nos cinemas

Por  • Editado por Jones Oliveira | 

Compartilhe:
Divulgação/Sony Pictures
Divulgação/Sony Pictures

A Sony Pictures planeja dar uma nova chance para o universo expandido do Homem-Aranha nas telonas após uma série de fracassos lançados nos últimos anos.

Em entrevista ao podcast The Town, Tom Rothman, CEO da Sony Film, revelou que o estúdio deseja reiniciar o universo expandido do herói após ser questionado se a franquia “está morta”. O executivo negou, afirmando que a ideia é retomar os filmes “em algum momento” com um “reboot inédito”.

Embora não tenha fornecido mais detalhes sobre esse recomeço, Rothman comentou que a ideia seria trazer “novas pessoas” para dar vida a essas produções repaginadas.

Canaltech
O Canaltech está no WhatsApp!Entre no canal e acompanhe notícias e dicas de tecnologia
Continua após a publicidade

Entre decepções e fracassos

A sugestão de um reboot do universo expandido do Amigão da Vizinhança nos cinemas não parece uma ideia tão surpreendente assim se considerarmos que, ao longo dos últimos anos, a Sony vem enfrentando algumas dificuldades para fazer com que a saga ganhe relevância.

Iniciada em 2018 com Venom (2018), a franquia aposta em histórias protagonizadas por vilões do Homem-Aranha, mas que não foram tão bem-recebidas pelo público e pela crítica. Com exceção dos três filmes do Venom estrelados por Tom Hardy (Mad Max: Estrada da Fúria), que tiveram um bom desempenho de bilheteria, o restante não teve a mesma “sorte”.

O fracasso mais notável deles foi o infame Morbius (2022), longa estrelado por Jared Leto (Tron: Ares) que acabou se tornando uma piada na internet após ser massacrado nas telonas.

Outros filmes que também foram desastrosos para a Sony são Madame Teia (2024) e Kraven, o Caçador (2024), este último sendo o lançamento mais recente e mais traumático para o estúdio. Tony Vinciquerra, CEO da empresa, até chegou a descrever o filme com Aaron Taylor-Johnson (Extermínio: A Evolução) como “o pior lançamento que tiveram nos sete anos e meio” desde que assumiu o cargo.

Leia também: