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7 grandes mudanças nas transmissões da Copa do Mundo 2026

Por  • Editado por Jones Oliveira | 

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Imagem gerada pelo Gemini
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A Copa do Mundo de 2026 começa no dia 11 de junho e será a maior edição da história do torneio, reunindo 48 seleções e um total de 104 jogos. No cenário de mídia do Brasil, a exibição da competição passará por uma fragmentação inédita entre TV aberta, TV fechada, streaming e YouTube.

Redes como Globo, SBT, e Cazé TV, disputam a preferência da audiência. Pela primeira vez em décadas, a pergunta sobre qual plataforma transmitirá determinada partida será rotineira nos dias de Copa para o torcedor brasileiro.

7 mudanças nas transmissões da Copa do Mundo

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Abaixo, confira as principais mudanças nas transmissões da Copa do Mundo 2026.

1. Globo perde a exclusividade simbólica da Copa

O Grupo Globo mantém um papel central na cobertura do torneio, mas encerra o período de domínio absoluto sobre os direitos de exibição no território nacional.

O acordo atual garante à emissora a transmissão de aproximadamente metade do Mundial, com partidas distribuídas entre a TV Globo, o canal pago SporTV e os serviços digitais Globoplay e GeTV.

O SporTV confirmou a exibição de 55 partidas com sinal em resolução 4K e grade expandida para análises de pré e pós-jogo. A empresa deixa de centralizar todos os acessos do evento esportivo, embora continue com uma estrutura robusta de cobertura integrada.

2. CazéTV é a única com todos os jogos

A CazéTV obteve os direitos de transmissão para todas as 104 partidas da Copa 2026, consolidando a maior cobertura em volume do país. O canal operado pela LiveMode assegurou exclusividade digital no YouTube para o mercado brasileiro.

As exibições na plataforma serão gratuitas e contarão com sinal em resolução 4K. Essa mudança direciona o consumo de um torneio tradicionalmente linear para o ambiente de internet, com forte apelo para cortes em redes sociais e consumo sob demanda focado no público jovem.

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3. SBT volta à Copa depois de 28 anos

O SBT restabelece sua presença na cobertura de uma Copa do Mundo após um hiato de 28 anos. A última exibição da emissora ocorreu no Mundial de 1998, na França.

A companhia firmou uma parceria de sublicenciamento com a plataforma N Sports para transmitir 32 partidas ao vivo.

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O pacote de direitos inclui todas as apresentações da Seleção Brasileira, independentemente do avanço de fase do time.

Essa movimentação quebra o monopólio histórico da transmissão aberta e estabelece uma concorrência direta pelos horários mais valiosos de audiência comercial.

4. Galvão Bueno troca a Globo pelo SBT

E falando na emissora do Silvio Santos, o narrador Galvão Bueno atuará como a voz principal do projeto de transmissões montado pela parceria entre SBT e N Sports para o Mundial. O profissional encerrou um ciclo de 41 anos de trabalho no Grupo Globo após a Copa do Mundo de 2022.

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Em 2026, ele comandará a narração dos jogos do Brasil na nova casa. A presença do locutor na emissora concorrente altera a identidade sonora tradicional da competição na televisão aberta e serve como o principal pilar de marketing do canal paulista.

5. GeTV entra como resposta digital da Globo

A GeTV foi desenvolvida pelo Grupo Globo para competir diretamente com a Cazé TV no segmento de transmissões digitais com linguagem informal.

O canal exibirá 32 partidas por meio da plataforma de streaming Globoplay e manterá uma grade de programação própria ao longo de todo o torneio.

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Devido às restrições contratuais de exclusividade da CazéTV no YouTube, a Globo está impedida de replicar o sinal da GeTV nessa plataforma de vídeo. O projeto representa o esforço da empresa carioca para reter o público focado na segunda tela dentro de seu ecossistema proprietário.

6. TV aberta, TV fechada, streaming e YouTube vão dividir o torcedor

O mercado de direitos de transmissão no Brasil em 2026 se consolidou em três grandes frentes estratégicas: o Grupo Globo, a parceria SBT/N Sports e o streaming da CazéTV. O público precisará acompanhar uma divisão de plataformas para assistir aos jogos.

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Na TV aberta, as opções se concentram na TV Globo e no SBT. O segmento de TV fechada conta com SporTV e N Sports. No ambiente de internet, os jogos ficam divididos entre as plataformas da Globo (Globoplay e GeTV) e o canal da CazéTV no YouTube.

7. Copa como produto multiplataforma

A disputa comercial e de engajamento do Mundial se expandiu para além das exibições ao vivo em canais tradicionais.

A Globo anunciou uma operação que soma mais de mil horas de conteúdo ao vivo, mobilizando uma equipe superior a 500 profissionais, incluindo 120 enviados especiais aos países-sedes.

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Paralelamente, os canais concorrentes focam a captação de receitas em formatos curtos, transmissões secundárias e interações com influenciadores. O evento de 2026 opera como o centro de um amplo mercado digital voltado para redes sociais e engajamento contínuo da audiência.