Startup Dax nasce com foco no emergente mercado brasileiro de NFTs
Por Márcio Padrão • Editado por Claudio Yuge |

A startup Dax iniciou suas atividades no mercado brasileiro oferecendo oportunidades de negócios em tokenização de ativos não fungíveis (NFTs). A empresa está de olho em um mercado que ficou grande no ano passado, atingindo US$ 23 bilhões em negociações em todo o mundo, segundo o DappRadar.
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Segundo o site Meio e Mensagem, a nova fintech deve oferecer aos clientes planejamento estratégico de ações e ativações de NFTs, planificação e gestão de experiências, réguas de comunicação, normas legais e financeiras, registro no blockchain, elaboração de smart contracts e gestão financeira de ativos.
A empresa tem como sócios Claudio Olímpio, que também atuará como CEO; e Luiz Fioreze, chefe de negócios da operação. Os cofundadores conselheiros são Maurício Gallian, CEO da agência de marketing Global Shopper; e Ricardo Franken, CEO da Integer/Outpromo. Na mesa do conselho e investidores há executivos como Vinicius Neves (Banco Original), Pyr Marcondes, Marcio Malmegrin (Macuco Tech Ventures) e Alexandre Machado (Hedge Investments).
A Dax já nasce com clientes como a banda de power metal brasileira Angra, o conglomerado de alimentos Mondelez e a Procter & Gamble, multinacional de bens de consumo. Também será responsável pelas experiências em tokens e NFTs do Tuju Festival, festival de música eletrônica que acontecerá em 19 de fevereiro, na Serra dos Cocais, em Vinhedo (SP).
"Atuamos nas indústrias da música, esportes, e-sports, influencers e ICOs, além de todo o setor de bens de consumo, como moda, automotivo, financeiro, entre outros. Em todos eles, auxiliamos com uma solução end to end [ponta a ponta] na geração de experiências únicas, de valor exclusivo e raro, através dos tokens e de nossas plataformas tecnológicas de blockchain", contou Claudio Olímpio, CEO e cofundador da Dax, ao TI Inside.
Fonte: Meio e Mensagem, TI Inside