Santander vai liberar negociação de Bitcoin para 40 milhões de clientes
Por Diego Marques • Editado por Claudio Yuge |

O terceiro maior banco privado do país, o Santander, está se preparando para nos próximos três meses, ou até antes, disponibilizar a negociação de Bitcoin, Ethereum e outras criptomoedas aos seus mais de 40 milhões de clientes.
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Mario Leão, CEO da instituição, explicou que a iniciativa do banco não é um movimento de reação aos concorrentes, mas uma resposta a solicitação dos clientes. Desde 2019, o Santander tem se aproximado das criptomoedas. Naquele ano o banco realizou um teste de emissão de títulos na rede Ethereum (ETH) e, desde 2020, utiliza a da Ripple com intuito de diminuir os custos das remessas internacionais.
Na Argentina, a instituição fez parceria com a startup blockchain Agrotoken, uma empresa que permite realizar transações comerciais e financeiras. Além disso, recentemente, o Santander realizou uma cerimônia de premiação do desafio blockchain no metaverso da Decentraland, um universo virtual 3D.
O avanço do mercado cripto no Brasil
Mercado cripto no Brasil tem experimentando um grande crescimento. Nno ano passado a Chainalysis, uma empresa de análise on-chain, divulgou um relatório detalhando os 20 principais países com maior adoção das criptomoedas. O Brasil ficou em 14º lugar na lista, além de, atualmente, ocupar o quinto lugar no ranking de nações que mais negociam ativos digitais.
Recentemente, outras grandes instituições financeiras do país estão direcionando suas atenções para o mercado de criptomoedas. O Nubank é um deles, a instituição anunciou a intenção de utilizar 1% do capital da empresa para comprar Bitcoin, além também de disponibilizar a negociação de criptomoedas para seus clientes.
A XP, maior corretora de investimentos do Brasil, e o Itaú Unibanco, maior banco privado do país, também anunciaram que pretendem oferecer a possibilidade de seus clientes negociarem criptomoedas. Outro gigante, o banco de investimentos BTG Pactual também está entrando no mercado cripto.
Fonte: Infomoney