CES 2018: Uber apresenta cabine de táxi aéreo autônomo no evento

Por Redação | 09 de Janeiro de 2018 às 12h29
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A Bell Helicopter, em parceria com a Uber, apresentou durante a CES 2018 parte da cabine do táxi aéreo autônomo que será utilizado pela companhia de transportes na próxima década. E falamos em partes porque nem as asas nem as hélices do projeto foram reveladas.

O novo táxi aéreo da Bell não será um helicóptero tradicional. Apesar de oferecer decolagem e desembarque vertical (VTOL), o veículo voará como um avião comum em boa parte da viagem. Como exatamente isto irá funcionar ainda é um mistério, pois apenas a cabine está à mostra no evento em Las Vegas.

A decisão de mostrar primeiro a cabine ao invés de uma maquete personalizada do veículo vem da promessa de entregar conforto aos usuários em voos de curta duração, em uma cabine capaz de acomodar quatro ou cinco pessoas. Além disso, a autonomia na pilotagem é um eco das expectativas da própria Uber para o mercado, algo que reflete no distinto painel de controles de voo que foi revelado.

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De acordo com o diretor de inovação da Bell Helicopter, Scott Drennan, já existe uma versão completa do projeto que está sendo utilizada em voos de teste, e que por enquanto não será revelado a fim de manter a concorrência às escuras. Nós ainda não vamos revelar o nosso protótipo, nem o rotor de inclinação, e nem as asas ou as hélices inclinadas”, diz Drennan.

Ainda que todo o mistério seja mantido por algum tempo, especulações apontam que o táxi aéreo autônomo será mais simples do que o conhecido V22 Osprey, que a empresa desenvolveu para os militares em conjunto com a Boeing. Espera-se, ainda, que o transporte tenha pequenos motores elétricos e turbinas rotativas de gás.

Previsto para ser lançado em algum momento dos anos 2020, o serviço aéreo da Bell Helicopter conta com um design hibrido para ampliar seu alcance – a expectativa é que sua autonomia seja de até 240 quilômetros, isso pelo menos até as baterias melhorarem no mercado e o táxi ser configurado para a conversão. Outra previsão é que a remoção dos tanques aumentará a capacidade da bateria da aeronave.

Fonte: Fast Company

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