Novo BYD Dolphin Mini terá recurso que nem todos irão curtir; veja qual é
Por Paulo Amaral |
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A nova geração do BYD Dolphin Mini, ou Seagull, como é conhecido em sua terra natal, teve mais imagens divulgadas nesta semana, e elas mostraram, pela primeira vez, o interior renovado do hatch elétrico. A curiosidade ficou por conta de uma inovação que, a princípio, nem todos os consumidores irão curtir.
A principal novidade da cabine da próxima geração do BYD Dolphin Mini não está em um novo equipamento, como é o caso do item de segurança de carros premium, anteriormente confirmado. O hatch elétrico, na verdade, terá uma ausência que muitos irão estranhar: o painel de instrumentos convencional.
A mudança fará com que todas as informações de condução, incluindo o velocímetro, passem a ser exibidas diretamente na tela central da multimídia. Essa escolha segue uma tendência de simplificação e digitalização, mas pode gerar desconforto para motoristas acostumados a visualizar dados de forma imediata, sem desviar o olhar.
O que muda no interior
Além da ausência de um painel de instrumentos tradicional, o BYD Dolphin Mini recebeu um console central redesenhado em dois níveis, volante atualizado e novos detalhes de acabamento. O objetivo é reforçar a identidade da linha Ocean, com elementos modernos e práticos para o uso urbano.
O novo console central acabou liberando espaço útil para objetos maiores. Acima dele, a tela multimídia concentra todas as funções, enquanto uma fileira de botões físicos foi mantida para comandos rápidos. O volante ganhou novo formato e os bancos receberam detalhes em vermelho, contrastando com o tom azul-marinho característico da linha.
Dimensões e desempenho
Documentos oficiais do Ministério da Indústria da China já haviam antecipado dados técnicos da nova geração, que cresceu e será mais potente. O Dolphin Mini passa a medir 4,21 m de comprimento, 1,81 m de largura e 1,57 m de altura, com entre-eixos de 2,65 m — 15 cm maior que o atual. O peso varia entre 1.180 kg e 1.255 kg.
O motor elétrico dianteiro terá 129 cv, um aumento significativo em relação aos 75 cv da versão vendida no Brasil. A velocidade máxima será de 150 km/h. A bateria de LFP será fornecida pela subsidiária Shaoxing FinDreams, mas ainda não há dados oficiais sobre capacidade ou autonomia.
Se você curte o Dolphin Mini e não vê a hora da nova geração do carro elétrico mais vendido do Brasil chegar por aqui, que tal conferir uma listinha com 5 coisas que você não sabe sobre o subcompacto e, também, quanto vale a pena pagar em um Dolphin Mini usado em 2026?