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NASA aposta em caças F-15 para mudar o futuro dos voos supersônicos

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NASA/Christopher LC Clark
NASA/Christopher LC Clark

A NASA anunciou a incorporação de dois caças F-15 ao programa de pesquisas de voos supersônicos. As novas aeronaves chegaram à Base Aérea de Edwards, na Califórnia (EUA), no fim de dezembro. 

As aeronaves faziam parte da 173rd Fighter Wing, da Guarda Aérea de Oregon, e depois foram retiradas do serviço operacional pela Força Aérea dos Estados Unidos. Após o fim das atividades militares, as aeronaves foram enviadas à NASA para serem transformadas em plataformas de pesquisa

O principal objetivo desta nova fase é apoiar a missão Quesst (Quiet SuperSonic Technology), que conta com o avião experimental X-59. A iniciativa é focada no desenvolvimento de tecnologias de voo supersônico que permitam reduzir o estrondo causado quando uma aeronave rompe a barreira do som.  

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O suporte à missão Quesst e ao X-59

A missão Quesst tem uma abordagem que vem sendo explorada por empresas como a Boom Supersonic e Spike Aerospace. A ideia é que, futuramente, seja possível tornar realidade operações comerciais supersônicas sobre áreas continentais. Além disso, os Estados Unidos vêm indicando interesse nos voos supersônicos civis. 

Vale lembrar que esta não é a primeira vez que aeronaves do tipo integram a agência espacial, já que a NASA usa os F-15 como aliados nas pesquisas desde a década de 1970 — foi naquela época que a instituição recebeu dois F-15A. Na sequência, outros três foram incorporados. 

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