Chevrolet revela como vai ser futuro dos primeiros híbridos flex ao Brasil
Por Danielle Cassita | •
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Parece que a tão aguardada estreia dos primeiros híbridos flex da Chevrolet no Brasil está a caminho. Segundo Fabio Rua, vice-presidente da GM para a América do Sul, a General Motors está prestes a lançar os primeiros carros híbridos flex da Chevrolet no país para acelerar a transição ecológica do seu portfólio por aqui.
Em um evento no Rio Grande do Sul, o executivo revelou que a montadora está na reta final dos preparativos para fabricar em solo brasileiro os motores equipados com tecnologia de apoio elétrico. A novidade faz parte do compromisso do grupo automotivo de ter praticamente toda a sua linha de veículos eletrificada até 2030.
Para cumprir o cronograma no mercado brasileiro, a fabricante deve apostar em uma estratégia diversificada, combinando desde sistemas híbridos leves mais simples de 48 volts até configurações b de maior autonomia.
Chevrolet Tracker pioneiro e híbridos leves
Por ora, o SUV compacto Tracker é o favorito para estrear a nova tecnologia em solo nacional. O modelo já passou por uma reestilização, e agora deve receber um sistema híbrido leve de 48V integrado às motorizações turbo já conhecidas.
Com o conjunto, o carro deve entregar boa aceleração em momentos estratégicos como partidas e acelerações para reduzir o consumo de combustível e a emissão de poluentes. O recém-lançado SUV Sonic também parece ser um candidato interessante para receber a solução em uma etapa posterior.
Na gama de utilitários de maior porte, o destaque fica por conta da chegada do Captiva PHEV, versão híbrida plug-in que permite recarga em tomada. Já flagrado em testes pelo país, o modelo tem montagem no regime SKD prevista na Planta Automotiva do Ceará entre setembro e outubro de 2026, com um conjunto propulsor inédito para consolidar a nova era sustentável da Chevrolet.
Vale lembrar que a estratégia não é novidade, uma vez que a Chevrolet já havia sinalizado a adoção do híbrido como ponte para eletrificação total no Brasil até 2035.