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Carro voador a hidrogênio completa 1 ano em testes; veja os resultados

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Divulgação/AMSL Aero
Divulgação/AMSL Aero

Os carros voadores estão cada dia mais próximos de se tornar realidade, e vêm despertando o interesse tanto de empresas menores, as chamadas startups, quanto das já consolidadas, como a Embraer.

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Essas aeronaves de pouso e decolagem vertical, também chamadas de eVTOLs, têm formatos e tamanhos distintos, mas todas partem do mesmo princípio: revolucionar o transporte aéreo e descarbonizar o setor para tornar o segmento mais limpo.

Foi com esses dois mantras em mente que a AMSL Aero anunciou, nesta segunda-feira (2), os resultados colhidos após exatamente um ano de testes com seu carro voador movido a hidrogênio, batizado como Vertiia.

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“Em apenas um ano, nossa equipe de engenharia de classe mundial demonstrou com sucesso as aplicações práticas do hidrogênio na aviação. Nossa colaboração com o Aeroporto de Bankstown é fundamental em nossa missão contínua de oferecer voos de maior distância que reduzem tanto o custo quanto a pegada de carbono das viagens pela Austrália e além”, explicou Chris Smallhorn, presidente da AMSL Aero.

Economia no aeroporto

A parceria com o Aeroporto de Bankstown, um dos mais importantes e movimentados da Austrália, já rendeu frutos importantes para ambas as partes envolvidas. Segundo a AMSL Aero, os bancos de teste das células de combustível geraram 200 kg de hidrogênio, suficientes para exportar 30 kW de eletricidade ao aeroporto.

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Essa quantidade resultou em três semanas de economia, algo em torno de 1,8 MWh. O número, segundo análise do CEO da empresa que administra o aeroporto, é significativo.

“O Aeroporto de Bankstown está liderando o caminho na rota de voo nacional em direção à aviação de emissão zero. Graças à AMSL Aero, o Aeroporto de Bankstown se tornou o primeiro aeroporto na Austrália a introduzir o hidrogênio como combustível para aviação”.

Vale lembrar que, durante o ano de testes, a utilização do Vertiia, eVTOL híbrido, se deu tanto com passageiros quanto com transporte de equipamentos médicos e, também, fretamentos especiais. A ideia, no futuro, é que o carro voador consiga percorrer até 1.000 km de distância com um tanque de hidrogênio.

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