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Água no farol de LED pode causar prejuízo gigantesco; veja o motivo

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Naseem Buras/Unsplash
Naseem Buras/Unsplash

Já percebeu que às vezes os faróis do carro podem ficar embaçados? É fundamental entender que nem todo embaçamento indica um defeito — quando a umidade do ar está alta, por exemplo, o revestimento dos faróis pode ficar coberto por uma névoa fina, que desaparece em pouco tempo. Por outro lado, vale redobrar a atenção se o farol ficar com gotas espessas o suficiente para escorrer. 

Sejam gotas, seja líquido acumulado na base do farol, o cenário indica uma só explicação: há infiltração de água ali. As razões para a entrada de água são variadas e nem sempre ligadas a erros de fabricação — por exemplo, normalmente o desgaste natural das borrachas, o fechamento incorreto das tampas após a troca de lâmpadas ou pequenas trincas causadas por impactos de pedras na estrada são os principais vilões

O problema, no entanto, é que a umidade ali dificulta a funcionalidade dos faróis. É o que explica Juliana Gubel, da Philips Automotiva, destaca que a umidade interna atua como um prisma, dispersando o feixe de luz de maneira irregular e reduzindo drasticamente a visibilidade do condutor.

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O prejuízo nos sistemas de LED

Com a popularização dos faróis em LED, o problema tornou-se ainda mais custoso para o bolso do proprietário. Diferente das lâmpadas halógenas, os conjuntos de LED muitas vezes não permitem a substituição de placas individuais oxidadas, obrigando a troca do conjunto completo. 

Além do risco de curto-circuito, a infiltração prolongada pode causar manchas irreversíveis no refletor e, em casos extremos de choque térmico, levar à explosão de lâmpadas convencionais devido à diferença de temperatura.

Por isso, se o condutor observar que há gotas espessar ou líquidos acumulados, é preciso remover a unidade ótica do farol para a secagem desta numa estufa, seguida da limpeza e aplicação de novos selantes de poliuretano. 

Fonte: QuatroRodas