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5 coisas que fazem seu carro gastar mais, mas não parecem

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Caique Morais/unsplash
Caique Morais/unsplash

Nem mesmo os experientes escapam de ter prejuízos com o carro — e o pior é que, muitas vezes, a manutenção sai cara pela falta de cuidados básicos ou simplesmente por falta de informação. Pode até parecer que não há problemas em adiar cuidados básicos com o veículo, mas não se engane: o “barato” pode sair caro. E muito. 

Pensando em te ajudar a evitar problemas deste tipo, o CT Auto listou alguns vacilos que, à primeira vista, aparentam ser inofensivos, mas que podem render gastos bem altos com o carro, bem como maior consumo de combustível. 

Veja abaixo:

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1. Câmbio automático também precisa de manutenção

Nem todos os motoristas sabem, mas o óleo do câmbio automático precisa, sim, ser trocado. Alguns carros não trazem a recomendação, ou seja, é como se o composto durasse por toda a vida útil do veículo, mas não é bem assim. 

Essa troca tem prazos específicos para ser feita — para descobrir o do seu carro, é só consultar o manual. O procedimento não costuma sair caro e inclusive pode ser antecipado. 

2. Condução agressiva e marcha errada

Você curte dar arrancadas fortes com o carro e freadas intensas? Se sim, saiba que estas práticas são grandes inimigas da economia de combustível, porque forçam mais o motor e, consequentemente, desperdiçam energia. 

Outro problema é manter o carro em rotações altas sem necessidade. Assim, a dica é usar a marcha adequada a cada velocidade para aproveitar ao máximo o torque do motor.

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3. Origem do combustível 

Abastecer em postos com preços muito abaixo da média pode ser um tiro no pé. Gasolina "batizada" com solvente ou etanol adulterado com água comprometem, e muito, o estado do motor e dos seus componentes. 

O solvente danifica dutos, vedações e peças emborrachadas, enquanto o excesso de água no etanol acelera a corrosão. Resultado: perda de performance do carro e maior consumo do combustível. Para evitar problemas, a dica é priorizar postos conhecidos.  

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4. Não amaciar motor novo

Apesar dos avanços tecnológicos, a maioria dos fabricantes ainda recomenda no manual não abusar do acelerador nos primeiros quilômetros — vale manter o cuidado até rodar os primeiros 1.000 km, em média. 

Este período de “amaciar o motor” ajuda as superfícies metálicas internas, que têm variações no relevo, a se ajustarem e atingirem o nível ideal de operação. Assim, o amaciamento é uma forma de não exigir tanto do motor até seus componentes em condições mais adequadas.

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5. Rodar com o motor frio

Quilometragem baixa nem sempre é sinônimo de motor novo e em bom estado, tanto que o motor precisa atingir a temperatura ideal para que os componentes internos se expandam e o óleo alcance a lubrificação adequada

Usar o carro em deslocamentos curtos demais para o motor ficar à temperatura adequada aceleram o desgaste e, claro, aumentam o consumo de combustível. Vale ter cuidado redobrado com aqueles abastecidos a etanol, já que nestes casos o motor frio potencializa a contaminação do óleo por resíduos de água. 

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