Aplicativo de idiomas Duolingo estreia na Nasdaq avaliado em US$ 6,5 bilhões

Aplicativo de idiomas Duolingo estreia na Nasdaq avaliado em US$ 6,5 bilhões

Por Roseli Andrion | Editado por Claudio Yuge | 29 de Julho de 2021 às 23h00
Reprodução

Uma das referências do aprendizado de idiomas online, o aplicativo Duolingo acaba de fazer sua oferta inicial pública de ações (IPO, na sigla em inglês) na Nasdaq, a bolsa americana que reúne empresas de tecnologia.

Nessa estreia, a plataforma foi avaliada em US$ 6,5 bilhões (aproximadamente R$ 33 bilhões) depois que suas ações dispararam quase 40%. No IPO, o preço de cada papel US$ 102 (cerca de R$ 517) — valor acima do limite superior da faixa estimada e a empresa captou quase US$ 521 milhões (R$ 2,6 bilhões) com a venda de cerca de 5,1 milhões de cotas.

Um comunicado da companhia informa que ela "espera operar com ainda mais foco e intensidade”. Além disso, diz que o Duolingo quer continuar a sustentar seus valores centrais: se concentrar no desenvolvimento do produto e garantir que aprender na plataforma seja sempre divertido, eficaz e acessível para todos.

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Imagem: Reprodução/Envato/maxxyustas

A empresa chega à Nasdaq em um momento de grande interesse dos investidores nas edtechs — as plataformas tecnológicas de educação. A Coursera, por exemplo, já se valorizou em 15% em relação ao preço de seu IPO, em março, e o MasterClass mais do que triplicou a avaliação em um ano depois de receber um aporte em maio.

Duolingo no Brasil

O Brasil é o segundo maior mercado do app — só fica atrás dos EUA — e 61% dos usuários o utilizam para aprender inglês. Entre eles, 33% relatam necessidade para estudos, 15,8% para trabalho e 12,6% para viagens.

Analigia Martins, diretora de marketing do aplicativo, disse ao CNN Brasil Business, em abril, que a empresa vai continuar a investir em marketing no país bem como lançar uma ferramenta pensada para os brasileiros — que ela a equipe global a adicionar no aplicativo. “Queremos levar o Duolingo a quem ainda não o conhece no Brasil e quer usar o idioma, mas não tem como pagar um curso.”

Fonte: CNN

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