Volta Kissenger! Quatro anos depois, o beijo artificial nunca fez tanto sentido

Por Wagner Wakka | 04 de Maio de 2020 às 09h33
Indiegogo

Em 2016, um projeto de um grupo chamado Imagineering Institute foi quase que uma piada na internet. O time criou o protótipo do Kissenger, um aparelho que poderia ser acoplado ao smartphone para que duas pessoas se beijassem a distância. Parece uma boa em períodos de quarentena, não?

A ideia foi colocada no Indiegogo, plataforma de financiamento coletivo. O grupo precisava arrecadar R$ 2,6 milhões para colocar o produto no mercado, mas, infelizmente, a meta não foi batida.

O nome Kissenger vinha de um neologismo: a mistura de kiss (beijo) e messenger (mensageiro). Assim, a ideia era permitir que duas pessoas se beijassem mesmo a distância. A peça, composta por uma membrana sensitiva, seria colocada abaixo do smartphone. Com ela, o sistema poderia identificar os movimentos labiais e enviá-los para a outra pessoa em tempo real. Tudo isso usando a internet.

A ideia de beijar por mensagem, porém, não era barata. Cada Kissenger seria vendido ao preço inicial de R$ 1.596 - custo para quem adquirisse no lançamento, com 25%. Logo, a ideia era convencer as pessoas a pagarem R$ 2.129 cada. Ou seja, mais de R$ 4.200 para dar uns amassos virtuais.

Embora ainda possa parecer um sistema no mínimo estranho, a tecnologia seria uma ferramenta de grande utilidade em tempos de COVID-19. Sem poder sair de casa por conta do isolamento social, a solução para dar aquela “bitoca” no crush do Tinder seria com o Kissenger. Até mesmo The Big Bang Theory antecipou essa tecnologia de “telebeijo” na série. Lembra quando Raj e Howard se “beijam” usando uma máquina como intermédio na série? Pois bem, o que poderia virar realidade vai ficar na história da internet.

Aliás, você pagaria R$ 1.600 para poder ter o gostinho do beijo de alguém a distância?

Fonte: Indiegogo

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