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Tela Brasil, com streaming de filmes brasileiros, será lançado em breve

Por  • Editado por Bruno De Blasi |  • 

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Pexels/Jakub Zerdzicki
Pexels/Jakub Zerdzicki

A plataforma Tela Brasil, voltada à divulgação de filmes brasileiros, ainda não foi lançada, ao contrário de informações que circularam na internet nos últimos dias. Em nota divulgada neste domingo, o Ministério da Cultura (MinC) informou que a previsão é que o lançamento aconteça em breve.

“Não procede a informação que vem sendo divulgada de que o serviço já estaria disponível. A plataforma e seus aplicativos (versões Android e iOS) encontram-se em fase final de testes, com lançamento previsto para o primeiro trimestre de 2026”, ressaltou o MinC em comunicado.

O streaming gratuito está sendo desenvolvido em parceria com o Núcleo de Excelência em Tecnologias Sociais (NEES), da Universidade Federal de Alagoas (Ufal). A instituição também divulgou um posicionamento destacando que são falsas as informações que apontam que o serviço já está no ar.

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Confusão com outro aplicativo

Outro fator que pode confundir usuários que buscam pela plataforma é o fato de que, ao pesquisar por “Tela Brasil” na Google Play Store, o primeiro resultado exibido é o aplicativo Brasil Paralelo.

É importante ressaltar que esse app não tem vínculo com o governo federal nem com o streaming Tela Brasil, que ainda será lançado.

Plataforma de difusão da cultura brasileira

O streaming Tela Brasil é uma iniciativa do governo federal voltada à difusão do audiovisual brasileiro. A plataforma vai disponibilizar centenas de filmes produzidos no país grauitamente, com o objetivo de ampliar o acesso às produções nacionais.

A população poderá assistir a curtas, médias e longas-metragens por meio de uma assinatura gratuita. Para acessar os conteúdos, será necessário realizar um cadastro simples utilizando a conta gov.br.

“A proposta constrói uma trajetória virtuosa de valorização do audiovisual nacional, ao mesmo tempo em que reafirma a cidadania cultural, mobiliza a expressão simbólica da população e potencializa o mercado audiovisual por meio da formação de público e da geração de demanda”, destaca o MinC.

Embora disponível para toda a população, a plataforma vai ter como público-alvo principal as escolas de educação básica. Segundo a pasta, o streaming visa representar a pluralidade das identidades de gênero, culturais e étnico-raciais, além de promover a diversidade regional e preservar a memória audiovisual brasileira.

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