O que é "esforço" no Claude? Função te ajuda a cortar gastos com IA
Por Bruno De Blasi |

Depois do Claude Code, a Anthropic liberou o seletor de “esforço” no chatbot do Claude e no Cowork. A ferramenta é utilizada para definir o nível de processamento de dados ao fazer solicitações e ajuda a controlar o consumo de recursos ao utilizar a IA.
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A seguir, confira:
- O que é e como funciona o “esforço” no Claude?
- Quais são os níveis de intensidade?
- Qual é o melhor nível de intensidade?
- Como selecionar o esforço no Claude
- O “pensamento adaptativo” continua?
- O recurso está disponível para todos?
O que é e como funciona o “esforço” no Claude?
O menu de “esforço” indica o nível de empenho que o modelo colocará ao fazer solicitações. Assim, é possível encontrar um equilíbrio no uso de recursos ao delimitar a quantidade de tokens que será utilizada ao processar as solicitações.
Em termos práticos, ao escolher uma intensidade mais baixa, o Claude entregará respostas mais rápidas e economizará mais recursos. Ao subir o nível, por outro lado, o modelo vai oferecer resultados mais completos e consumirá mais tokens.
Quais são os níveis de intensidade?
Os níveis variam de acordo com o modelo. No Sonnet 4.6, por exemplo, é possível escolher entre “Low” (baixo), “Medium” (médio), “High” (alto) e “Max” (capacidade máxima), sendo o primeiro definido como padrão.
Já o Opus 4.8 traz as seguintes opções de intensidade: “Low”, “Medium”, “High”, “Extra” (execução prolongada) e “Max”. Ao contrário do Sonnet, o modelo mais avançado aponta o “High” como nível padrão.
O Haiku 4.5 não possui seletor de esforço.
Qual é o melhor nível de intensidade?
Não há necessariamente a melhor opção de esforço, mas a mais indicada para cada tipo de solicitação. Neste caso, é importante ponderar a intensidade de acordo com a necessidade das demandas.
Por exemplo, caso precise enviar perguntas como “quanto é 10% de R$ 1.500”, “o que é tokens de IA”, entre outras demandas mais rápidas, é recomendável selecionar a opção “Low”, a mais eficiente.
Por outro lado, se a solicitação envolve análises de textos longos, processamento de grandes bases de dados e demais tarefas complexas, é válido optar pelas opções como “Medium”, “High”, “Extra” e “Max”.
Cabe ressaltar que o uso do “pensamento adaptativo” e o modelo escolhido também impactam os resultados e o consumo de recursos.
Por exemplo, o Opus permanece indicado para demandas mais complexas e com muitos dados, assim como ainda é o modelo mais caro da Anthropic, enquanto o Sonnet é um caminho intermediário entre “velocidade” e “inteligência”, segundo a companhia.
O Haiku, por sua vez, é o modelo mais rápido e mais acessível.
Como selecionar o esforço no Claude
A seleção da intensidade de processamento é feito da seguinte forma:
- Acesse o Claude;
- Abra uma conversa existente ou inicie outro chat;
- Clique no nome do modelo;
- Vá em “Esforço”;
- Escolha a opção indicada;
- Envie os comandos.
Cabe ressaltar que é possível alterar o nível ao enviar outros prompts ao longo da conversa.
O “pensamento adaptativo” continua?
Sim. A Anthropic manteve o modo de “pensamento adaptativo”, que prolonga o “raciocínio” do modelo ao enviar os comandos.
Para ativá-lo, basta acessar o menu “Esforço”, disponível no seletor de modelos.
O recurso está disponível para todos?
Sim. A Anthropic liberou o seletor de esforço para usuários de contas gratuitas e assinantes dos planos Pro, Team, Max e Enterprise.
Cabe ressaltar que a ferramenta também está disponível no Code e no Cowork.