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Grindr testa novo plano pago que custa mais do que um salário mínimo

Por  • Editado por Bruno De Blasi |  • 

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Divulgação/Grindr
Divulgação/Grindr

Usuários do Grindr podem se deparar com um plano com preço um tanto quanto “salgado” em breve. O alto valor está ligado à adição de recursos de inteligência artificial (IA) ao aplicativo de relacionamentos voltado ao público LGBTQ+.

O plano “Edge” ainda está em fase de testes e já foi experimentado na Austrália e na Nova Zelândia. A opção agora começa a ser expandida para algumas regiões dos Estados Unidos, de acordo com o portal Business Insider.

Mesmo em etapas iniciais de liberação, o preço da assinatura chama atenção. Imagens publicadas por usuários do app no X (antigo Twitter) indicam que o valor mensal parte de US$ 349,99 (cerca de R$ 1.832 na cotação atual). A título de comparação, o salário mínimo no Brasil atualmente é de R$ 1.621.

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O preço da nova assinatura do Grindr também fica acima do cobrado mensalmente pelos planos mais caros do Tinder (US$ 49), Hinge (US$ 54,99) e Bumble (US$ 99,99).

Recursos do plano “Edge” do Grindr

Para justificar o valor, a assinatura do Edge promete oferecer ferramentas diferenciadas baseadas em inteligência artificial:

  • Discover: usa IA para sugerir combinações personalizadas com base no perfil e no comportamento do usuário;
  • Insights: exibe um “sinal” antes do envio de mensagens, ajudando a avaliar as chances de resposta;
  • A-List: cria um feed de recomendações com conversas antigas que podem valer a pena retomar.

A integração dessas funcionalidades ao Grindr faz parte dos planos da empresa de levar ao aplicativo o que chama de “Gay-I”, com recursos voltados a otimizar a experiência dos usuários.

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Fonte: Business Insider