Gemini vai "roubar" um dos melhores recursos do ChatGPT; veja qual
Por Viviane França |

O Gemini pode ganhar em breve um dos recursos mais úteis já disponíveis no ChatGPT: as conversas ramificadas. A funcionalidade, descoberta pelo Android Authority na versão beta 17.10.54.sa.arm64 do app para Android, ainda não foi liberada para o público, mas já aparece funcionando em testes internos para criar novos chats a partir de respostas específicas.
- 5 novidades do Gemini para Documentos, Planilhas e Apresentações
- Gemini 3.1 Pro: o que mudou no novo modelo de IA do Google?
Com o recurso, será possível gerar um novo chat a partir de qualquer resposta do Gemini, que será identificado pelo prefixo “Branch” na lista de conversas. Esse “ramo” mantém todo o contexto acumulado até aquela mensagem, mas ignora interações enviadas depois, mantendo o foco em um único assunto. A opção vai aparecer em um menu de três pontos abaixo de cada resposta, ao lado dos botões de feedback e compartilhamento.
Atualmente, quando o usuário muda de assunto no meio de uma conversa, a IA costuma misturar contextos ou perder o foco. Para evitar isso, a alternativa era criar um novo chat manualmente, o que elimina todo o histórico anterior. Com as conversas ramificadas, dá para explorar ideias paralelas ou aprofundar temas sem atrapalhar a conversa original.
Além de atender a solicitação de usuários há vários meses, a novidade também aproxima a IA do Google de um recurso semelhante no ChatGPT, que desde setembro de 2025 oferece a opção de chat ramificados para organizar interações complexas. Embora o Google já tenha algo semelhante no Google AI Studio, esta é a primeira vez que a funcionalidade aparece no app Gemini.
Quando a novidade chega ao Gemini?
Ainda não há uma data para o lançamento das conversas ramificadas no Gemini. No entanto, como o recurso já foi identificado em funcionamento em versões beta do aplicativo, a expectativa é de que o Google não demore a liberá-lo.
Apesar de ter sido descoberto escondido na versão beta para Android, a expectativa é que a funcionalidade vai chegar primeiro para os usuários que usam o Gemini no desktop, e só depois será expandida para os aplicativos.