Analistas preveem crescimento de mais de 60% para o Instagram em 2019

Por Rafael Rodrigues da Silva | 23 de Janeiro de 2019 às 10h45
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O Facebook deve continuar crescendo em 2019, independentemente dos problemas de credibilidade que enfrentou no último ano. Todavia, esse crescimento deve ser puxado por outros serviços da empresa, como o Instagram, o Messenger e o WhatsApp.

A afirmação é da equipe de analistas da Jefferies, que aponta o Instagram como o principal responsável por manter o ritmo de crescimento da rede social. A firma acredita que, sozinho, o Instagram será capaz de gerar uma receita de cerca de US$ 14 bilhões.

De acordo com os cálculos dos analistas, enquanto o Facebook em si deverá ter um crescimento menor do que 20% pela primeira vez em sua história neste ano. E grande parte dessa taxa será impulsionada pelo Instagram, que eles acreditam que crescerá mais de 60% em 2019, o que deve gerar um incremento de US$ 5 bilhões nas receitas do conglomerado de Mark Zuckerberg.

Previsão de crescimento do Instagram e Facebook para os próximos dois anos (Imagem: Jefferies)

Os analistas veem uma tendência de crescimento no número de usuários, tempo de uso da plataforma por cada usuário e nos investimentos em anúncios, o que faria do Instagram o principal app da empresa neste ano. Eles também veem a mesma tendência no Messenger e no WhatsApp, e apontam para a possibilidade de anúncios dentro de grupos e mensagens especiais pagas como funções que podem ser implementadas para aumentar a receita gerada por eles.

Desde o escândalo com a Cambridge Analytica em abril de 2018, as ações do Facebook estão em modo de recuperação e oscilam a cada novo escândalo de vazamento de dados ou investigação governamental sobre as ferramentas usadas pela rede social para garantir a privacidade de seus usuários.

Apesar disso, a operação da empresa com o Instagram tem sido um absoluto sucesso. Prova disso é que, desde que comprou a rede social de fotos, o app passou de 30 milhões de usuários em 2012 para mais de 1 bilhão no final de 2018.

Fonte: Business Insider

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