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Rádio 3.0 já chegou a 7 cidades brasileiras; veja se a sua está na lista

Por  • Editado por Léo Müller |  • 

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JBL Tuner 3 radio 3.0
Gerada por IA

O Rádio 3.0 começou a dar seus primeiros passos no Brasil. Emissoras de sete cidades já passaram a adotar a tecnologia, que combina a transmissão tradicional pelo espectro de rádio com recursos oferecidos pela internet, levando mais informações e interatividade aos ouvintes.

A novidade faz parte da evolução do rádio brasileiro para acompanhar o crescimento do consumo digital, especialmente em veículos conectados e dispositivos compatíveis. Uma estratégia semelhante também tem sido adotada na televisão.

O que muda com o Rádio 3.0?

No Rádio 3.0, o sinal convencional continua sendo transmitido normalmente, mas passa a trabalhar em conjunto com a conexão à internet.

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Na prática, o ouvinte pode visualizar nome da emissora, programação, capas das músicas e outros conteúdos interativos em tempo real, sem abrir mão da estabilidade da transmissão tradicional.

Segundo levantamento do setor, emissoras das seguintes cidades já começaram a implementar recursos do Rádio 3.0:

  • Brasília (DF);
  • Curitiba (PR);
  • Goiânia (GO);
  • Joinville (SC);
  • São José do Rio Preto (SP);
  • Ribeirão Preto (SP);
  • Belo Horizonte (MG).

Entre os grupos que já utilizam plataformas como RadioDNS e DTS AutoStage estão emissoras como Jovem Pan FM, Classic Pan FM, Máxima Hits FM, Kboing FM e É+ FM.

A expectativa do setor é que a expansão dos carros com receptores híbridos acelere a adoção do Rádio 3.0 nos próximos anos.

Durante um painel realizado na NAB Show 2026, representantes da radiodifusão afirmaram que o rádio precisa acompanhar a forma como o público consome conteúdo atualmente, integrando transmissão aberta e conectividade. Segundo dados apresentados no evento, os canais digitais já representam 83% da audiência total do meio no Brasil.

A adoção do Rádio 3.0 ainda está em fase inicial, mas a tendência é que mais emissoras passem a oferecer os novos recursos ao longo dos próximos anos.

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Além de melhorar a experiência do ouvinte, a tecnologia deve abrir espaço para novos formatos de conteúdo, métricas de audiência mais precisas e serviços interativos, aproximando o rádio tradicional das plataformas digitais.

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