Publicidade

IBGE revela sucesso na campanha da migração do sinal analógico para digital

Por  | 

Compartilhe:
Notícias ao Minuto
Notícias ao Minuto

O cronograma de desligamento do sinal digital começou ainda em 2016, quando 48,2 milhões de residências brasileiras já contavam com o conversor digital, 57% deles recebendo a transmissão de televisão aberta com a nova tecnologia.

Segundo dados do IBGE e da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua) divulgados na última quarta-feira (21), esses números apresentam um crescimento de 12% em relação ao ano anterior, 2015, quando 45% dos domicílios contavam com o acesso digital.

O secretário de Radiofusão do MCTIC (Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações), Moisés Queiroz Moreira, comemora o desempenho da campanha de desligamento do sinal analógico. "Os dados de 2016 mostram que estamos escrevendo uma série histórica no processo de desligamento analógico de televisão, e as pesquisas futuras vão registrar o sucesso desta iniciativa. Os levantamentos que fazemos antes de desligar cada região já mostram um cenário melhor", conta Moreira.

O Brasil é o único país a fazer o desligamento do sinal analógico e o remanejamento da faixa de 700 MHz de forma simultânea, tornando-se uma referência mundial para o processo.

Canaltech
O Canaltech está no WhatsApp!Entre no canal e acompanhe notícias e dicas de tecnologia
Continua após a publicidade

Conexão com a internet

Em relação aos dados de conexão, também houve avanço em relação a 2015. Em 2016, foi registrado um aumento de 57,8% para 69,3% em todo o país. As regiões sudeste e centro-oeste são as que mais contam com acesso à internet, com 76,7% e 74,7%, respectivamente.

Artur Coimbra, diretor do departamento de banda larga do MCTIC, diz que o Brasil já conta com nível de acesso que se assemelha a países do centro-leste europeu, como a Polônia e a Rússia. "Já o acesso entre os jovens tem um número comparável aos países mais desenvolvidos do mundo. O Brasil está avançando no acesso à internet e se descolando da média dos países em desenvolvimento", conta o diretor.