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Anatel derruba rádio pirata com ajuda da Polícia Federal

Por  • Editado por Léo Müller | 

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Divulgação/Anatel
Divulgação/Anatel

A Anatel conduziu, em parceria com a Polícia Federal, uma operação que resultou no fechamento de uma rádio pirata no município de Terra Nova do Norte, no Mato Grosso. A ação ocorreu no dia 17 de março. A fiscalização foi conduzida pela equipe regional da agência, que conseguiu localizar a origem do sinal ilegal mesmo em uma área distante da capital.

Durante a operação, os equipamentos de transmissão foram apreendidos, interrompendo imediatamente a atividade irregular.

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Segundo a Anatel, esse tipo de atuação é essencial para garantir a organização do espectro de radiofrequências e evitar prejuízos a serviços autorizados.

O que diz a Lei e por que rádios piratas são perigosas

A Lei nº 9.472/1997 determina, em seu artigo 183, que operar serviços de telecomunicação sem autorização é crime. A pena prevista é de detenção de dois a quatro anos, podendo ser aumentada em casos de danos a terceiros, além da aplicação de multa.

A legislação existe justamente para evitar riscos causados por transmissões não regulamentadas. Rádios clandestinas podem interferir em frequências utilizadas por emissoras legalizadas e até por serviços críticos, como comunicações aeronáuticas. Esse tipo de interferência pode comprometer a segurança de voos e colocar vidas em perigo.

Por isso, ações como a realizada pela Anatel não têm apenas caráter fiscalizatório, mas também preventivo. Ao eliminar fontes de sinal irregular, a agência protege a integridade das telecomunicações e garante que o uso das frequências ocorra de forma segura e controlada.

Operação Provedor Legal

Também no mês de março, a Anatel também realizou uma ação contra provedores ilegais de internet. Batizada de Operação Provedor Legal, a iniciativa pretendia identificar empresas que atuam sem autorização no Serviço de Comunicação Multimídia, responsável pela oferta de banda larga fixa.

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A operação revelou que mais da metade dos alvos fiscalizados funcionava de forma clandestina. Ao todo, diversas empresas foram autuadas, houve prisões em flagrante e apreensão de equipamentos e cabos utilizados irregularmente.

Fonte: Anatel