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iPad de 11ª geração: análise avalia custo-benefício do tablet de entrada

Por Redação |  • 

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iPad de 11ª geração: análise avalia custo-benefício do tablet de entrada

O mercado de tablets conta com diferentes faixas de desempenho e preço, sendo o iPad de 11ª geração o modelo de entrada da Apple. Em análise técnica sobre o dispositivo, o apresentador do Canaltech, Gabriel Rimi, detalhou as especificações e as oscilações de preço do produto no mercado brasileiro.

O modelo é equipado com o processador A16, 128 GB de armazenamento interno e 6 GB de memória RAM. A tela do dispositivo não possui taxa de atualização de 120 Hz ou tecnologia LED, e a biometria é operada por Touch ID.

Segundo Rimi, a configuração atende à maior parte dos usuários convencionais. "O de entrada funciona na minha opinião para 90% das pessoas", afirmou. O aparelho executa o sistema de janelas do sistema operacional, permitindo múltiplos aplicativos abertos, e serve como segunda tela para computadores Mac. Contudo, ao ser plugado em um monitor externo, o iPad de 11ª geração apenas duplica a imagem, sem a capacidade de estender a tela autonomamente.

Diferenças técnicas e posicionamento de mercado

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A análise contrapõe o modelo básico ao iPad Air, que conta com o chip M4, 12 GB de memória RAM e compatibilidade com recursos de Apple Intelligence. O modelo Air também possui caixas de som superiores, estrutura mais leve e carregamento de 30 W, enquanto o iPad 11 limita-se a 20 W. Para o apresentador, a escolha depende estritamente do perfil de uso profissional, visto que designers gráficos ou editores de vídeo demandam o desempenho das linhas Air ou Pro.

A viabilidade comercial do produto está diretamente atrelada ao preço praticado. O site oficial da Apple registrou um reajuste de aproximadamente R$ 1.500, elevando o valor base do iPad 11 para R$ 6.000. No varejo e em promoções comerciais, contudo, o dispositivo é encontrado entre R$ 2.200 e R$ 2.500.

"Eu não acho que ele vale R$ 3.000 tá Mas 300 ele vale e eu acho que 2.500 sendo honesto também", declarou Rimi, ressaltando que o valor oficial direto da fabricante altera a lógica de custo-benefício.

Em relação aos acessórios, o tablet é compatível com o Apple Pencil convencional, mas não suporta a versão Pro, o que desabilita sensores de pressão e exige carregador separado. Frente aos concorrentes com sistema Android, como o Samsung Tab S10 FE Plus, o modelo de entrada da Apple apresenta vantagens em processamento, embora a escolha final dependa do ecossistema de dispositivos que o usuário já possui integrado.

Fique por dentro também do aumento de preço que fez o iPad ficar R$ 4.500 mais caro no Brasil após crise causada pela IA.