Bateria do smartwatch durando pouco? 5 funções inúteis para desligar
Por Renato Moura Jr. • Editado por Léo Müller | •
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Se a bateria do seu smartwatch está acabando antes do fim do dia, talvez não seja necessário trocar de relógio. Alguns recursos ficam funcionando constantemente em segundo plano e podem consumir uma quantidade significativa de energia, mesmo quando não são essenciais para a rotina.
A economia depende do modelo e da forma como cada pessoa utiliza o relógio, mas algumas funções são especialmente interessantes para revisar. Confira o que pode ser desativado sem comprometer a utilidade do seu relógio:
1. Monitoramento contínuo de estresse
O acompanhamento de estresse pode utilizar sensores do smartwatch repetidamente para estimar alterações relacionadas ao estado do organismo. Para quem não consulta essas informações com frequência, manter a leitura automática ativada pode representar um consumo desnecessário.
Nas configurações de saúde ou bem-estar do relógio, procure por opções relacionadas a monitoramento de estresse, frequência das medições ou leitura contínua. Em vez do acompanhamento permanente, alguns modelos permitem realizar uma medição manual quando o usuário quiser.
2. Always-on Display
O Always-on Display, ou tela sempre ligada, é um dos recursos mais óbvios quando o objetivo é economizar bateria. Ele mantém informações básicas visíveis mesmo quando o relógio não está sendo utilizado.
Embora seja conveniente para conferir o horário rapidamente, a função exige que a tela permaneça parcialmente ativa durante boa parte do dia. Desligá-la permite que o display fique apagado quando o pulso estiver abaixado ou quando o relógio não estiver em uso.
3. GPS sempre ativo
O GPS é importante durante corridas, caminhadas e outras atividades ao ar livre, mas não precisa permanecer funcionando continuamente. Se o smartwatch estiver configurado para manter a localização ativa mesmo quando não há exercício sendo registrado, vale revisar essa opção.
Sempre que possível, deixe o GPS ser ativado apenas quando você for realmente utilizá-lo. Isso ajuda a evitar um gasto de energia que não traz benefício durante o restante do dia.
4. Notificações em excesso
Receber dezenas de alertas no pulso também pode afetar a autonomia. Cada vibração e ativação da tela representa um pequeno consumo que se acumula ao longo do dia.
Por isso, vale acessar o aplicativo do smartwatch no celular e desativar notificações de aplicativos pouco importantes. Mensagens e chamadas podem continuar liberadas, enquanto redes sociais, jogos e outros apps podem ser bloqueados.
5. Conexões que não são necessárias
Bluetooth, Wi-Fi e outras conexões fazem parte do funcionamento normal de muitos smartwatches, mas algumas configurações podem manter recursos ativos quando eles não são necessários.
Antes de desativar qualquer conexão essencial ao funcionamento do relógio, verifique as opções disponíveis no modelo. A ideia não é desligar recursos indiscriminadamente, mas eliminar aquilo que permanece ativo sem utilidade prática.
Um exemplo: se o seu relógio fica conectado ao smartphone via Bluetooth, ele vai utilizar a conexão do próprio celular, então não é necessário manter o Wi-Fi ligado. Caso você tenha um chip dedicado ao próprio relógio, ele possui conexão “independente” e não precisa ficar ligado ao telefone via Bluetooth.
Se mesmo com essas mudanças a autonomia continuar muito abaixo do esperado, o problema pode estar relacionado ao desgaste natural da bateria, algo natural após vários anos de uso. Nesse caso, vale verificar a possibilidade de substituir o relógio.