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Xiaomi prepara celular com ventoinha e IP68; veja como funcionaria

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Divulgação/Xiaomi
Divulgação/Xiaomi

A busca pelo desempenho máximo nos celulares pode estar prestes a romper uma barreira de engenharia histórica. Informações divulgadas pelo renomado informante Digital Chat Station, revelam que a Redmi está testando um dispositivo que combina resfriamento ativo com ventoinha e certificação IP68 contra água e poeira.

A inclusão de ventoinhas exige aberturas no chassi para o fluxo de ar, o que teoricamente impede a vedação completa do aparelho. Portanto, um desafio de engenharia.

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O vazamento se refere a um protótipo equipado com processador MediaTek Dimensity 9500 (D9500), sugerindo que a marca busca extrair todo o potencial do chip sem sacrificar a durabilidade que os usuários esperam de um topo de linha.

Tela de alta resolução 

Além do sistema de refrigeração inovador, o protótipo apresenta especificações de elite. 

A parte frontal é dominada por uma tela com resolução 1.5K, com uso eficiente de energia, alta taxa de atualização para um uso suave.

O design seguirá a linha minimalista, indo na contramão de modelos com exagerados e mais populares.

Resfriamento para alto desempenho

A dissipação de calor é um dos maiores desafios para smartphones modernos. O desafio técnico de embutir uma ventoinha física diretamente na estrutura, similar ao que computadores fazem, sem comprometer a resistência à água representa desafio complexo de engenharia. 

Se a Redmi for bem-sucedida, isso pode criar uma tendência no mercado mobile, onde o resfriamento ativo deixa de ser um nicho exclusivo de aparelhos "gamer" frágeis e passa a integrar tops de linha robustos e versáteis.

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Calor, o grande vilão 

O foco térmico não é exagero. Altas temperaturas, sejam do ambiente ou geradas pelo próprio processamento, são inimigas da eletrônica.

Quando um celular ultrapassa a casa dos 35ºC, o sistema ativa mecanismos de segurança que reduzem a velocidade do processador, um processo conhecido como "thermal throttling", que pode causar travamentos em tarefas muito exigentes, principalmente em jogos.

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Em casos extremos, o calor excessivo pode degradar quimicamente a bateria de forma permanente e, em situações raras, até gerar riscos de estufamento ou explosão dos componentes internos.

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