Estudo alemão revela quais são os smartphones que mais emitem radiação

Por Ramon de Souza | 12 de Março de 2018 às 15h55
photo_camera Divulgação Xiaomi

É algo bizarro de se pensar, mas todo smartphone emite radiação — a grosso modo, vivemos 24 horas por dia ao lado de um pequeno aparelho que produz uma das formas mais perigosas de energia que existe. Até o momento, a literatura científica a respeito desse assunto defende que a quantidade de radioatividade dos dispositivos móveis não chega a ser prejudicial à saúde; ainda assim, apenas por curiosidade, é sempre bacana saber quais modelos disponíveis no mercado emitem a maior quantidade de radiação eletromagnética.

Pois saiba que o Departamento Federal de Proteção à Radiação da Alemanha (Bundesamt für Strahlenschutz, em seu nome original) mantém um ranking atualizado mensalmente justamente para alertar a respeito dos dispositivos que seriam os mais “perigosos”. O órgão acabou de revelar a lista de março (referente aos estudos levantados ao longo de fevereiro), e, acredite ou não, temos um novato inesperado constando no primeiro lugar. Atualmente, o smartphone mais radioativo do mundo é o Mi A1, o intermediário da Xiaomi.

De acordo com a pesquisa, o modelo emite 1,75 watts por quilograma de radiação na medida Specific Absorption Rate (SAR). Logo em seguida temos o OnePlus 5T (1,68), o Huawei Mate 9 (1,64), o Nokia Lumia 630 (1,51) e o Huawei P9 Plus (1,48). É interessante notar que a maioria dos aparelhos são chineses; de acordo com o ranking, o gadget menos radioativo da pesquisa foi o já ultrapassado iPhone 7 Plus (apenas 1,24 watts por quilograma).

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(Divulgação: Bundesamt für Strahlenschutz)

Novamente, vale ressaltar que, embora tal estudo possa parecer assustador — especialmente para quem é dono de algum dos aparelhos citados —, a radiação eletromagnética emitida por smartphones não representa perigos para a saúde dos usuários (pelo menos de acordo com as pesquisas científicas que temos até o momento).

Fonte: Forbes

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