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Como um celular Redmi resistiu a um mergulho de quatro metros de profundidade?

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Gabriel Furlan Batista/Canaltech
Gabriel Furlan Batista/Canaltech

Testar novos celulares já é parte do meu trabalho há quase cinco anos, mas nem sempre a gente tem a oportunidade de provar a resistência à água na prática, sem ambientes controlados e sem receio de "quebrar" o aparelho. E foi exatamente esse desafio que a Xiaomi me propôs com o Redmi Note 15 Pro.

A marca me levou para Bonito, no Mato Grosso do Sul, um lugar repleto de rios e cachoeiras, o que seria o terror para um celular sem certificações de proteção. Felizmente, o Redmi Note 15 Pro tem IP68 e IP69/IP69K, que garantem mais resistência contra água e poeira. E a ideia era justamente testar isso na vida real.

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Logo ao chegar ao resort que ficamos hospedados, flagrei a própria equipe da Xiaomi fazendo seus testes: um Redmi Note 15 Pro acoplado a uma GoPro era jogado pra cima, para mergulhar com tudo na piscina, enquanto um drone também captava as imagens do alto. 

Nessa “brincadeira” o celular esbarrava nos toboáguas e nos degraus da piscina e caía com tudo na água. Cheguei perto para ver se já tinha dado algum problema, e nada. Mesmo com impactos e quedas na água, permanecia intacto. 

Mas eu ainda queria testar tudo isso em ambientes mais rústicos: trilhas, cachoeiras, lagos e mais cenários que coloquem melhor essa “resistência titânica” à prova. 

A descida no Rio Sucuri

O primeiro dia de atrações em Bonito foi para conhecer algumas das principais cachoeiras da cidade, além de aproveitar a experiência de flutuação no Sucuri — o rio com uma das águas mais cristalinas do país. 

Nele, dá para ver com clareza toda a vida aquática, mesmo de cima. E o Redmi Note 15 Pro foi excelente para registrar toda a flutuação pelo rio, com o celular filmando embaixo d’água quase todo o tempo — uma “descida” de aproximadamente 45 minutos

Nesta atração, a resistência à água com certificações IP68 e IP69K foram essenciais para garantir a proteção do aparelho mesmo em uma água bem gelada com submersão durante todo esse tempo. 

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E a qualidade da câmera também foi fundamental para fazer registros excelentes. Com gravação em 4K a 60 fps, ele captava cada detalhe da vida marítima, como os peixes e até as bolhas de respiração da vegetação aquática. 

“Afogamento” na cachoeira

Além da experiência no Rio Sucuri, o Redmi Note 15 Pro também me acompanhou nas cachoeiras de Bonito. E, em uma delas, me deu um susto.

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Durante alguns testes nada básicos: jogar o celular de cima de um deck para cair nas pedras submersas, o aparelho acabou se perdendo no lago e “nadou” para a parte mais profunda, indo para mais de quatro metros de profundidade. 

Como não sei nadar (ao menos não de forma decente), fiquei com medo de perder não só o celular, como todos os registros feitos até então, já que o backup ainda não tinha sido realizado. 

A sorte é que a equipe de guias da cidade tinha um mergulhador, que conseguiu encontrar o celular no fundo do lago, e o trouxe intacto de volta. 

É importante destacar que a resistência à água do Redmi Note 15 Pro 5G é de até 1,5 metro de profundidade. Então a unidade que testei aguentou algo que a própria ficha técnica do aparelho não prevê. 

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Bateria de boa duração 

Foram quatro dias de viagem, contando com a ida para Campo Grande e, depois, para Bonito, e a volta para São Paulo. Durante esse tempo, só precisei recarregar o celular uma vez. 

É fato que não usei rede móvel com o telefone — toda a comunicação principal ficou no meu celular pessoal — mas usei exaustivamente o celular em todas as atrações, com gravações em 4K durante quase todo o tempo, além de fotos ocasionais. 

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Em resumo, a câmera do celular ficou aberta por longas horas, e esse é um dos maiores “vilões” da bateria de um smartphone, então dá para constatar que o Redmi Note 15 Pro aguenta bastante — não só externamente, como do lado de dentro, também.

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