Brasil é o segundo país que mais perdeu dinheiro com crimes cibernéticos em 2017

Por Redação | 23 de Janeiro de 2018 às 09h33
Reprodução

Entre os países que mais se prejudicaram financeiramente com os crimes cibernéticos no ano passado, o Brasil se encontra na segunda colocação. É o que revela o Norton Cyber Security Insights Report 2017 publicado pela Symantec.

No último ano, um total de US$ 172 bilhões foram roubados de 978 milhões de consumidores de 20 países pesquisados em 2017. No Brasil, aproximadamente 62 milhões de pessoas (número que representa 61% da população adulta conectada do país) foram vítimas de golpes cibernéticos, tendo um total de US$ 22 bilhões subtraídos de seus bolsos.

De acordo com a Symantec, as vítimas de cibercrimes apresentam perfis semelhantes, sendo pessoas que estão sempre cercadas de dispositivos e conectadas dentro e fora de casa. No entanto, estes são os mesmos consumidores que falham na hora de manter as suas contas seguras.

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O estudo mostra que os Millenials são as vítimas mais frequentes, principalmente porque 26% deles não adotam qualquer método de proteção em seus dispositivos e/ou compartilham suas senhas. Ainda de acordo com a pesquisa, 24% dos afetados utiliza a mesma senha para todas as suas contas.

Os dados ainda apontam que 83% dos entrevistados se preocupam com o vazamento de seus dados bancários, mas 17% compartilham a senha do banco com outras pessoas.

Cerca de 83% dos brasileiros também acham que o crime cibernético deveria ser considerado um ato criminoso, enquanto outros acreditam que comportamentos "inocentes" são aceitáveis, como ler e-mails de terceiros sem consentimento, compartilhar informações falsas e criar falsas identidades.

O estudo e ranking completo pode ser visto aqui.

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