Publicidade

Big Techs fecham pacto contra fraudes online e admitem crise insuportável

Por  • Editado por Jones Oliveira | 

Compartilhe:
Reprodução/DALL-E
Reprodução/DALL-E

Empresas de tecnologia se uniram para formar uma ação conjunta para combater fraudes digitais, além de esquemas mais sofisticados provenientes de redes criminosas com atuação no cibercrime.

Continua após a publicidade

Intitulado Online Services Accord Against Scams (Acordo de Serviços Online contra Fraudes, em tradução livre), o pacto conta com assinaturas do Google, Microsoft, OpenAI, Meta, LinkedIn, Amazon, Adobe e Match Group.

De acordo com a Axios, o objetivo da aliança é criar uma frente em toda a indústria de tecnologia para combater golpes no ambiente digital. A coalizão foi firmada de maneira voluntária, ou seja, as empresas não serão penalizadas caso não cumpram as medidas estabelecidas pelo acordo.

Canaltech
O Canaltech está no WhatsApp!Entre no canal e acompanhe notícias e dicas de tecnologia
Continua após a publicidade

Combate ao crime digital

A aliança entre as big techs consolidou algumas práticas para ajudar no combate contra fraudes online. Entre elas está a adição de ferramentas para detectar golpes na internet.

O acordo também visa a introdução de novos recursos de segurança para os usuários, assim como a exigência de uma verificação mais robusta para transações bancárias.

No campo das denúncias, o Online Services Accord Against Scams incentiva o compartilhamento de informações entre empresas e autoridades policiais para aprimorar as investigações de esquemas fraudulentos na web.

Outro ponto considerado pelo pacto tem relação com políticas públicas. Segundo a Axios, as empresas se comprometeram a solicitar aos governos que a prevenção contra golpes digitais seja declarada como “prioridade nacional”.

Vale mencionar ainda que muitas empresas envolvidas no acordo já possuem medidas internas para combater esquemas fraudulentos na internet, como a Meta, que divulgou no começo do mês uma série de recursos para alertar os usuários do Facebook, Messenger e WhatsApp sobre solicitações ou contas suspeitas.

Fonte: Engadget