Pets de IA querem marcar presença na casa do futuro; conheça
Por Vinícius Moschen |

A startup japonesa Ludens AI aproveitou a época de CES para apresentar seus “pets virtuais com IA”. A ideia é introduzir dispositivos que não possuem verdadeiras funções produtivas, mas focam na conexão emocional em vez de tarefas funcionais.
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Além disso, o objetivo é criar um vínculo que cresce lentamente, por meio de robôs que reagem à voz, ao toque e ao movimento. Eles também são capazes de aprender e adaptar-se à rotina de quem os acompanha.
O Cocomo é o modelo mais ambicioso da Ludens AI. Ele promete ser um verdadeiro "pet robótico autônomo" com rodinhas e visual amigável com “orelhas”.
Ele utiliza a tecnologia "Warm-Touch", que mantém a carcaça em cerca de 37 °C, próxima ao sentido em pets reais. Ela pode subir para 39 °C se o aparelho for acariciado com frequência.
Embora não fale, o robô utiliza zumbidos, gestos e imitação para expressar emoções. Ele segue o dono pela casa, e desenvolve personalidade ao aprender o que conforta ou surpreende o usuário.
Outra solução desenvolvida é o Inu, uma versão menor de mesa. Ele reage a estímulos táteis e sonoros ao abanar uma cauda minúscula, e pode manter as pessoas acompanhadas enquanto trabalham ou estudam, por exemplo.
“Paparazzi dos pets” também foi mostrado
Por sua vez, a empresa FrontierX apresentou o Vex, um robô que atua como "cinegrafista pessoal" para animais de estimação reais. Para isso, ele pode seguir o pet autonomamente para capturar e editar vídeos através de IA.
Com isso, o sistema busca entender momentos importantes para criar uma narrativa coerente das atividades. A mesma marca ainda revelou o Aura, um robô esférico maior com tela circular posicionado como companheiro para humanos.
A Ludens AI planeja lançar campanhas de financiamento coletivo para o Cocomo e o Inu ainda em 2026, sem preços divulgados. Já a FrontierX deve abrir as pré-encomendas do Vex dentro de seis meses, também sem anunciar o valor oficial.
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