Rede social criada pelo governo tem comunidades contrárias ao PT e a Dilma

Por Redação | 18 de Julho de 2013 às 16h03

Em uma tentativa de atrair os jovens para o campo da discussão de problemas sociais e soluções, o governo federal lançou nesta quarta-feira (17) uma rede social, intitulada Participatório (abreviação para Observatório Participativo da Juventude). Com poucas horas no ar, a rede já possui comunidades que pedem a saída de Dilma Rousseff e do PT do poder central. As informações são do jornal A Folha de S. Paulo.

"É isso mesmo que você leu, se fizer uma 'reforminha' e ficar com o PT no poder de nada vai adiantar, tem de haver alternância no poder, só assim temos democracia", afirma a descrição da comunidade 'Fora Dilma, Fora PT, Não Lula'.

O Participatório, que está no ar desde segunda-feira (15) e teve seu lançamento oficial realizado somente ontem (17), também recebeu críticas do próprio Lula. "O Lula me ligou e perguntou que nome era esse, se era porque eu era da igreja. Falei que ele era velho e que esse é o nome que a meninada usa", disse o ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência, Gilberto Carvalho.

Alvo de críticas que afirma que se trata de uma rede social "chapa branca", o governo revela que a moderação no Participatório será feita somente depois da publicação de comentários. Entre as comunidades com o maior número de inscritos até o momento na rede social estão "Política e Participação Social", "Mudanças que o país precisa" e "Reforma Política".

Participatório

Reprodução: Canaltech

O Participatório servirá para o governo federal "errar menos", bem como abrir uma frente de diálogo com a população. "Temos que ter a coragem do diálogo, de ouvir aquilo que nos agrada e nos desagrada", complementou Gilberto Carvalho.

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