Publicidade

Mulher toca fogo em loja da Vivo após desentendimento com atendente; veja vídeo

Por  | 

Compartilhe:
Fogo loja vivo
Reprodução de câmera de segurança/Imagem melhorada por IA

Uma loja da Vivo em Lambari, no Sul de Minas Gerais, sofreu um ataque com fogo na manhã de quinta-feira (20). Não houve feridos, mas móveis e equipamentos ficaram danificados. A suspeita, uma mulher de 41 anos, deixou o local antes da chegada da polícia.

Continua após a publicidade

O caso teria relação com uma disputa pessoal, e não com qualquer problema envolvendo os serviços da operadora. Segundo informações repassadas à Polícia Militar, a mulher procurava especificamente uma das atendentes do estabelecimento.

A Vivo informou que acompanha o caso junto à revenda responsável pela unidade. Segundo a empresa, o ponto comercial já retomou o atendimento normalmente após acionar as autoridades.

Polícia apreendeu arma na casa da suspeita

Canaltech
O Canaltech está no WhatsApp!Entre no canal e acompanhe notícias e dicas de tecnologia
Continua após a publicidade

As buscas pelo paradeiro da mulher levaram os militares até a residência onde ela ainda vivia com o ex-companheiro. No imóvel, os policiais localizaram um revólver, além de um carregador com 14 munições.

O armamento pertencia ao homem, que possui registro como Colecionador, Atirador e Caçador. Ele contou à polícia que havia sentido falta da pistola um dia antes do ataque e desconfiou que a ex-companheira pudesse tê-la retirado de onde costumava ficar guardada.

Além da arma, a polícia também recolheu uma garrafa com vestígios de gasolina, material que pode ter relação com o incêndio provocado na loja.

O ex-companheiro explicou, ainda, que os dois haviam terminado o relacionamento, mas permaneciam na mesma casa por causa da negociação do imóvel onde moravam. 

Veja, abaixo, o vídeo compartilhado pelo perfil Diário Independente no Instagram:

Desentendimento envolvia funcionária da Vivo

De acordo com o registro policial, uma das funcionárias da loja passou a se relacionar com o homem no sábado (15). A partir daí, ela afirmou ter recebido ameaças da ex-companheira dele, inclusive contra sua integridade física.

Continua após a publicidade

Na quinta-feira, a suspeita teria chegado à unidade com aproximadamente meio litro de gasolina e uma barra de ferro. O combustível foi espalhado na área de atendimento, e o fogo começou pouco depois.

As câmeras de segurança registraram a movimentação dentro do estabelecimento. Quando as chamas surgiram, as funcionárias deixaram as mesas e buscaram abrigo em uma sala nos fundos. Uma delas conseguiu sair do comércio.

A suspeita permaneceu no local por mais algum tempo e golpeou equipamentos e partes da estrutura com a barra de ferro. Ao menos um computador ficou inutilizado, além de haver danos em uma mesa e em uma das portas.

Segundo os depoimentos prestados à polícia, ela também queria que a atendente publicasse uma retratação nas redes sociais.

Continua após a publicidade

O incêndio não se espalhou pelo estabelecimento porque uma pessoa que passava pela região utilizou um extintor disponível na própria loja. Até a conclusão do registro policial, a mulher ainda não havia sido encontrada.

Em nota, a Vivo afirmou que repudia atos de violência e reforçou que nenhuma pessoa sofreu ferimentos durante o episódio.

Fonte