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Marca gamer da Xiaomi faliu? Entenda o que está acontecendo a Black Shark

Por  • Editado por Léo Müller |  • 

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Divulgação/Black Shark
Divulgação/Black Shark
Black Shark

A Black Shark, conhecida por seus smartphones gamers e acessórios voltados para o público de jogos, voltou a chamar atenção após uma série de mudanças que levantaram dúvidas sobre o futuro da marca. Nos últimos dias, usuários perceberam que produtos da empresa desapareceram dos canais oficiais da Xiaomi, enquanto a comunidade online da Black Shark passou a apresentar falhas e restrições de acesso.

Os rumores começaram após um engenheiro de suporte da Nanchang Black Shark Technology informar que o acesso à Black Shark Community foi oficialmente encerrado. Embora a plataforma ainda esteja parcialmente disponível, diversos recursos já deixaram de funcionar corretamente.

Usuários relatam problemas no carregamento de imagens, avatares e outras funções essenciais. A situação sugere que a infraestrutura online da comunidade está sendo desativada ou reformulada, afetando um dos principais canais de suporte e interação entre a marca e seus consumidores.

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Xiaomi remove produtos Black Shark de suas lojas

Outro sinal importante veio do ecossistema da Xiaomi. Todos os produtos da Black Shark desapareceram da Xiaomi Mall e da Xiaomi Youpin, duas das principais plataformas de vendas da fabricante chinesa.

A decisão chamou atenção porque a Black Shark nasceu com forte apoio da Xiaomi e, durante anos, foi considerada uma das marcas associadas ao grupo. A remoção dos produtos indica que a empresa não faz mais parte da estratégia principal de hardware da Xiaomi.

A Black Shark faliu?

Até o momento, não existe qualquer anúncio oficial indicando falência da Black Shark. O que os acontecimentos mostram é um afastamento gradual da marca em relação ao ecossistema Xiaomi.

Nos últimos anos, a empresa já vinha demonstrando sinais de independência. Alguns produtos recentes passaram a utilizar uma experiência de software mais próxima do Android puro, sem a integração tradicional encontrada em dispositivos da Xiaomi e do HyperOS.

A possível separação pode impactar suporte, atualizações e integração com serviços da Xiaomi. Além disso, futuros lançamentos podem depender exclusivamente da infraestrutura própria da Black Shark para vendas, assistência e desenvolvimento de software.

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Embora a Black Shark não tenha falido, os indícios apontam para uma mudança significativa em sua relação com a Xiaomi. Resta saber se essa estratégia será suficiente para manter sua relevância. Quer saber quanto tempo um celular gamer aguenta longe da tomada? Testamos em uso real

Fonte: IT Home via XimiTime