Marca de telas do VAR da Copa brinca: “não nos responsabilizamos por mau uso”
Por Bruno Bertonzin |

A Hisense, fornecedora de monitores do VAR na Copa do Mundo de 2026, entrou no clima de descontração após uma decisão polêmica da arbitragem em partida da seleção brasileira.
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A fabricante publicou uma nota bem-humorada com a garantia da qualidade de imagem de seus equipamentos, mas também brincou ao afirmar que não se responsabiliza por “mau uso” dos produtos.
A provocação surgiu logo após o jogo entre Brasil e Escócia. No primeiro tempo, o árbitro de campo anulou um gol de Vinicius Jr que ampliaria a vantagem brasileira para 2 a 0. O lance passou por revisão na cabine do VAR e terminou invalidado após análise das imagens, o que gerou forte reação de torcedores e comentaristas.
No comunicado, a Hisense reforça os recursos de alta definição dos monitores utilizados na competição e destaca a precisão das imagens disponíveis para análise de cada jogada. Em tom de brincadeira, a publicação ignora o placar oficial e sugere que a seleção brasileira marcou três gols na etapa inicial, em referência direta ao lance contestado.
A empresa ainda aproveitou o episódio para reforçar seu papel dentro do torneio, já que além de atuar no mercado de televisores, também fornece a tecnologia usada nas revisões do árbitro de vídeo. O caso coloca os equipamentos da marca em evidência em um dos momentos mais discutidos da partida.
A Hisense não é a única empresa grande de tecnologia a se destacar no futebol. No Brasil, o VAR começou a utilizar as câmeras do iPhone 17 Pro para captar imagens nos melhores ângulos e melhorar as decisões da equipe de arbitragem.